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Autor: Cora Coralina
Editora: Global
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Era uma vez uma velha que morava sozinha numa cidade muito antiga e tinha sua casa-grande na beira de um rio (…). A velha tinha filhos. Tinha netos e bisnetos e todos moravam em cidades diferentes, bonitas e movimentadas (…). Assim começa mais uma narrativa criada por Cora Coralina. Nessa história ela conta sobre uma avó que por necessidade financeira decide fazer doces para vender. Muito determinada, vai driblando as dificuldades – a falta de um tacho de cobre, a falta de lenha etc. – e descobre que se tivesse uma geladeira… Então, ela compra uma geladeira usada, a prazo. E um dia, uma surpresa: sua neta Célia abre o cofrinho e dá todo dinheiro para ela pagar as prestações. Como entre avós e netos a moeda de troca é variada, como será que a avó agradeceu? Uma história de afeto e gratidão!
Título: A Menina, O Cofrinho E A Vovo
ISBN: 9788526013728
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 21,2 x 24
Páginas: 40
Ano copyright: 2008
Coleção:
Ano de edição: 2009
Edição: 1ª
Região:
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Legenda:
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Cora Coralina é o pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto (1889-1985), que nasceu na cidade de Goiás, antiga Villa Boa de Goyaz, em 1889. Filha de Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto, desembargador nomeado por D. Pedro II, e de Jacinta Luísa do Couto Brandão, Ana nasceu e foi criada às margens do rio Vermelho. Aos 15 anos de idade, Ana, devido à repressão familiar, vira Cora, derivativo de coração. Coralina veio depois, como uma soma de sonoridade e tradução literária. Foi uma poetista e contista brasileira de prestígio, tornando-se um dos marcos da nossa literatura. A autora iniciou sua carreira literária aos 14 anos com o conto Tragédia na Roça, publicado no Anuário Histórico e Geográfico do Estado de Goiás. Casou-se com o advogado Cantídio Tolentino de Figueiredo Brêtas e teve seis filhos. O casamento a afastou de Goiás por 45 anos. Ao voltar às suas origens, viúva, iniciou uma nova atividade, a de doceira. Além de fazer seus doces, nas horas vagas ou entre panelas e fogão, Aninha, como também era chamada, escreveu a maioria de seus versos. Publicou o seu primeiro livro aos 76 anos de idade e despontou na literatura brasileira como uma de suas maiores expressões na poesia moderna. Em 1982 – mesmo tendo estudado somente até o equivalente ao 2º ano do Ensino Fundamental – recebeu o título de doutora Honoris Causa pela Universidade Federal de Goiás e o Prêmio Intelectual do Ano, sendo, então, a primeira mulher a receber o troféu Juca Pato. No ano seguinte foi reconhecida como Símbolo Brasileiro do Ano Internacional da Mulher Trabalhadora pela FAO. Morreu em Goiânia, aos 95 anos, em 1985.