Zubaran: selected paintings

Organizador: Cees Nooteboom
Editora: Schirmer/mosel

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 110 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Poderá ser importado mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 294,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

The strange, very Catholic world of Francisco de Zurbaran's paintings is as fascinating today as it is essentially foreign. Christ on the Cross, dead martyrs, remote saints, meditating monks, the superiors of orders that have long since been dissolved, all appear in images, usually with a black ground, so realistically one feels one could reach out and touch them. And yet they have the feel of messengers from a different world. In his essay for this book, Dutch writer Cees Nooteboom compares Zurbaran's figures with aliens: -From their faces with wide-open eyes comes a ray that is precisely not that of death, but speaks of a silent ecstasy, a mystical devoutness that is no longer of this world.- For Zurbaran (1598-1664), a contemporary of Velazquez and Murillo, painting and religious immersion were two sides of the same exercise. Perhaps it is precisely this aspect of his art that is ensuring his images are once again attracting so much interest.

Dados

Título: Zubaran: Selected Paintings

ISBN: 9783829607384

Idioma: Inglês

Encadernação: Capa dura

Formato: 20,3 x 23,9

Páginas: 132

Ano copyright: 2015

Ano de edição: 2015

Edição:

Participantes

Organizador: Cees Nooteboom

Autor

CEES NOOTEBOOM

Cees Nooteboom (1933, Haia, Holanda) é o escritor contemporâneo de maior destaque nos Países Baixos. Ensaísta, poeta e expoente da literatura de viagem, tem cinco obras publicadas no Brasil – os romances Rituais (1980), A seguinte história (1991) e Dia de finados (1998), além do livro de viagens Caminhos para Santiago (1992) e do Paraíso perdido (2004). Comparado a Jorge Luis Borges e J. M. Coetzee, cotado com freqüência para o Prêmio Nobel, Nooteboom tece uma prosa rica em experimentos lingüísticos, mas não abre mão do relato de vivências extremas nem da exploração da interioridade dos personagens.