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Autor: George Orwell
Editora: Companhia das Letras
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Ainda que menos conhecido do que A revolução dos bichos (de 1945) e 1984 (de 1949), este livro mantém a escrita vívida e irônica de George Orwell. Em A flor da Inglaterra [Keep the aspidistra flying], o consagrado autor expõe corajosamente as chagas de uma sociedade desigual, sem apelar para o sentimentalismo, a autocomplacência ou fórmulas simplistas de nenhuma espécie.Londres, 1934. Gordon Comstock declara guerra ao "deus-dinheiro". Chegando aos trinta anos, maltratado pela pobreza e com aspirações poéticas muito mais altas que a sua capacidade de realizá-las, ele desiste de um "bom emprego" em uma agência de publicidade para se tornar um modesto vendedor de uma pequena livraria. Sempre na míngua de dinheiro, mas orgulhoso demais para aceitar empréstimos de um amigo rico, Gordon inicia um declínio rápido e aparentemente sem volta ao inferno da pobreza extrema e da solidão que ela acarreta.Nos quartos de pensão esquálidos que habita, bem como por toda parte do mundinho medíocre da classe média baixa, Gordon topa a todo instante com uma planta doméstica que ele elege símbolo dessa ordem injusta, vazia e massacrante: a aspidistra. Em A flor da Inglaterra, George Orwell criou uma espécie de sátira passional, matizada de humor seco e cortante, sua marca registrada, que provoca imediata empatia em qualquer um que já tenha se visto às voltas com a falta do vil metal.
Título: A flor da inglaterra
ISBN: 9788535910773
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21
Páginas: 320
Ano copyright: 1987
Coleção:
Ano de edição: 2007
Edição: 1ª
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George Orwell é o pseudônimo do escritor Eric Blair, nascido na Índia em 1903, quando seus pais trabalhavam para o governo britânico. Orwell foi educado no tradicional colégio britânico Eton, e se juntou às forças imperiais na Birmânia em 1922. Escreveu romances e livros de não-ficção, como A revolução dos bichos, 1984, Dias na Birmânia, entre outros. Além de contribuir para o jornal Observer, teve textos publicados no Tribune e no Manchester Evening News. O escritor morreu em 21 de janeiro de 1950, de tuberculose, aos 46 anos.