Confissoes de minas

Autor: Carlos Drummond de Andrade
Editora: Cosac Naify

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Sinopse

Publicado originalmente em 1944, primeiro livro em prosa do poeta mineiro, foi incluído na edição da Obra completa e nunca mais ganhou a forma de volume independente. A edição da Cosac Naify restaura volume independente que reúne textos escritos entre os anos 1920 e 1940, acompanhado de textos críticos de Antonio Candido, Sérgio Milliet e Lauro Escorel. Neste livro, o escritor da grande poesia de A rosa do povo e Claro enigma faz prosa da melhor qualidade e de diferentes maneiras. O romancista Cyro dos Anjos, amigo de Drummond, comentou à época do lançamento: “não acredito que se encontrem páginas mais belas na língua portuguesa”. Em Confissões de Minas Drummond se confessa por intermédio da poesia e do modo de ser de outros escritores, e também ao falar de suas origens e da paisagem humana com a qual se solidariza no anonimato da metrópole. A prosa deste livro se alimenta do “sentimento do mundo”, ou seja, das grandes correntes históricas de sua época, marcada pela transformação do Brasil rural em urbanoindustrial, pela crise de 1929, pela ascensão de nazismo e comunismo, culminando na Segunda Guerra Mundial. Um Drummond menos conhecido mas não menos fundamental.

Dados

Título: Confissoes De Minas

ISBN: 9788575037836

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Ano de edição: 2011

Edição:

Participantes

Autor: Carlos Drummond de Andrade

Autor

CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE

Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira do Mato Dentro - MG, em 31 de outubro de 1902, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.
Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Em 1954 começou a colaborar como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.
Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.