Constelações

Autor: Walter Benjamin
Editora: Autêntica

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Sinopse

A História, para Walter Benjamin, precisava ser apresentada como uma Constelação, em que o passado e o presente se chocam em pontos de interrupção, lampejos de verdade e formação de consensos que podem ser atualizados. Em cem anos de uso a partir da data de lançamento de Origem do drama trágico alemão, a noção de Constelação espraiou-se para inúmeros campos do conhecimento. Do cinema para arquitetura, tornando-se fundamental também para quem trabalha com curadoria. Nessa seleta, o pesquisador Thiago Soares reúne textos do pensador alemão sobre essa noção, destacando a originalidade do seu pensamento ensaístico. ''A noção de Constelação em Walter Benjamin segue sendo um importante antídoto para a construção do conhecimento de mundos em crise, na tentativa de evitar ou promover colapsos em torno de formas de apresentar ideias'', aponta Soares.

Dados

Título: Constelações

ISBN: 9786559286010

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13 x 20 x 0,8

Páginas: 136

Ano copyright: 2025

Coleção: Textos Singulares

Ano de edição: 2025

Edição:

Participantes

Autor: Walter Benjamin

Tradutor: Joao Barrento

Autor

WALTER BENJAMIN

Walter Bendix Schönflies Benjamin, filósofo e crítico literário, nasceu em Berlim em 1892 e se suicidou em 1940, na fronteira da França com a Espanha, durante uma tentativa de fuga dos nazistas. A rejeição de sua tese de habilitação, “A origem do drama barroco alemão”, o impediu de exercer a docência universitária na Alemanha. A partir de 1924 descobriu o marxismo, através da obra de Lukács, e se tornou simpatizante do movimento comunista. Foi associado à Escola de Frankfurt, o Instituto de Pesquisa Social da Universidade de Frankfurt, criado em 1923, e seus principais escritos versam sobre o materialismo histórico, a estética e a arte, o idealismo alemão e, de maneira geral, o marxismo ocidental. Em seus ensaios, combina referências literárias e artísticas com filosofia e sociologia. Em 1933, com a tomada do poder dos nazistas, exilou-se na França. Foi amigo e correspondente de Theodor Adorno, Max Horkheimer, Gershom Scholem, Bertolt Brecht e Hannah Arendt. Seu último escrito, as Teses sobre o conceito de história, de 1940, associa o materialismo histórico ao messianismo revolucionário. Sua obra, de caráter fragmentário e ensaístico, foi parcialmente publicada em coletâneas no Brasil, incluindo Passagens (2006) e três volumes de Obras escolhidas: Magia e técnica, arte e política (1985), Rua de mão única (1987) e Charles Baudelaire, um lírico no auge do capitalismo (1989).