Doce violencia: a idea do tragico

Autor: Terry Eagleton
Editora: UNESP

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Sinopse

Este livro propõe uma leitura política do conceito do trágico, numa tentativa de jogar luz sobre o desespero humano na era contemporânea, do chamado capitalismo tardio. Terry Eagleton parte da convicção de que um materialismo genuíno, que se opõe tanto ao relativismo historicista quanto ao idealismo, precisa levar em conta também os aspectos da existência que constituem as estruturas permanentes do ser humano, entre os quais está a realidade do sofrimento. Com base nas ideias de Hegel e Freud, ele constrói um novo conceito de tragédia, crítico tanto em relação à visão dos conservadores - para quem a tragédia está morta, pois já não há deuses nem se acredita em destino - quanto à abordagem da esquerda, para a qual a tragédia simplesmente não é mais desejável. Eagleton visita autores como Ésquilo, Edward Albee, Melville, Kafka, Dostoiéviski, Goethe e Thomas Mann para desmontar a crítica que enxerga na tragédia possibilidades de redenção e transcendência ou mesmo de alegria. Ele sugere que a própria definição de tragédia jamais foi aprofundada, mas permanece superficial, incapaz de dar conta da profundidade semântica do conceito.

Dados

Título: Doce violencia: a idea do tragico

ISBN: 9788539304691

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23

Páginas: 432

Ano copyright: 2003

Ano de edição: 2013

Edição:

Participantes

Autor: Terry Eagleton

Tradutor: Alzira L. V. Allegro

Autor

TERRY EAGLETON

O crítico cultural Terry Eagleton (1943, Salford, Inglaterra) transita entre a crítica e a criação literária e já publicou mais de uma dezena de livros e inúmeras resenhas e artigos. Sua obra de maior destaque é Teoria da literatura: uma introdução, que traça a história do estudo de textos contemporâneos, desde os românticos do século XIX até os autores pós-modernos. Em seu último trabalho, Reason, faith, and revolution: reflections on the God debate, Eagleton reúne uma série de aulas ministradas na Universidade de Yale, em 2008. Neste livro, o crítico britânico põe em xeque o racionalismo defendido pelo biólogo evolucionista Richard Dawkins e pelo jornalista Christopher Hitchens e propõe uma reflexão de cunho materialista acerca dos conceitos de razão, fé e revolução.

fonte: www.flip.org.br