Os filhos da candinha

Autor: Mario de Andrade
Editora: Garnier

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Sinopse

Mario de Andrade começou seu trabalho como cronista em 1920, na revista Ilustração Brasileira, e prosseguiu em diversos jornais e revistas do país até sua morte, em 1945. Além de ''Os filhos da Candinha'', Mário teve publicado postumamente o livro ''O turista aprendiz'', o relato em forma de crônicas de sua viagem pela Amazônia em 1927 que serviu de inspiração para ''Macunaíma, o herói sem nenhum caráter''.

Dados

Título: Os Filhos Da Candinha

ISBN: 9788531908026

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21 x 0,6

Páginas: 140

Ano copyright: 2006

Ano de edição: 2006

Edição:

Participantes

Autor: Mario de Andrade

Organizador: Camelot Editora

Autor

MARIO DE ANDRADE

Mário de Andrade nasceu em São Paulo no ano de 1893. Intelectual de uma riqueza impressionante, foi poeta, contista, romancista, musicólogo, cronista, esteta, epistológrafo, crítico de artes, de literatura, além de folclorista; tendo exercido enorme influência nas gerações que lhe sucederam. Em 1917, publicou seu primeiro livro, sob o pseudônimo de Mário Sobral, intitulado Há uma gota de sangue em cada poema, uma espécie de ensaio para 1922, quando participaria da Semana de Arte Moderna de São Paulo, movimento que mexeria com as bases da arte brasileira. No entanto, foram as inovações formais de outra obra poética sua, Pauliceia desvairada, publicada justamente em 1922, que o consolidaram como um dos maiores poetas da literatura brasileira. O célebre “Prefácio interessantíssimo”, texto de abertura da obra, tornou-se emblemático do movimento modernista no Brasil, podendo ser lido também como uma espécie de manifesto da poesia andradiana. A estreia de Mário como romancista se dá com Amar, verbo intransitivo (1927), livro bem-recebido pelos escritores modernistas, mas criticado pela intelectualidade tradicional, que estranha a temática ousada e censura certo desrespeito às regras gramaticais. Nesse texto, já se antecipa o experimentalismo de linguagem radicalizado em Macunaíma, o herói sem nenhum caráter, de 1928, verdadeiro marco do modernismo brasileiro e uma das narrativas mais singulares de nossa literatura. Nesta obra, Mário de Andrade potencializa o uso literário da linguagem oral e popular e mistura folclore, lendas, mitos e manifestações religiosas de vários recantos do Brasil, como se fizessem parte de uma unidade nacional. Morreu em 1945, aos 52 anos, deixando um vazio nas Letras e mais de vinte livros publicados.