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Autor: Gil Vicente
Editora: Ateliê Editorial
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As três peças reunidas nesta edição estão entre as mais representativas do teatro ibérico medieval. Apesar da diversidade de temas e estilos, todas elas se caracterizam pelo rigor poético e pela visão crítica em relação à sociedade da época. Essas obras contêm também humor refinado e aguda ironia, traços singulares de Gil Vicente. Segismundo Spina, professor emérito da USP, sintetiza no prefácio o que os críticos literários produziram nas últimas décadas sobre as obras do escritor português. Prefácio e Notas Segismundo Spina (USP) Sumário Introdução Dados biográficos Carreira dramática Terminologia e classificação Normas para o Estabelecimento do Texto A Farsa do Velho da Horta Argumento Considerações sobre a peça O Velho da Horta – Farsa (1512) Auto da Barca do Inferno Argumento Considerações sobre a Peça Fontes Auto da Barca do Inferno (1517) Farsa de Inês Pereira Argumento Considerações sobre a Peça Farsa de Inês Pereira (1523) Inês Fantesiosa Inês Mal-Maridada Inês Quite e Desforrada Bibliografia
Título: O Velho Da Horta / Auto Da Barca Do Inferno / Farsa De Ines Pereira
ISBN: 9788574807843
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 12 x 18
Páginas: 200
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2017
Edição: 40ª
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Autor: Gil Vicente
Gil Vicente (c. 1465–c. 1536?) nasceu em Portugal e é considerado o maior representante da literatura renascentista desse país antes de Camões, tendo incorporado elementos populares na sua escrita, o que influenciou a cultura portuguesa. Poeta e dramaturgo português, inspirou diversas produções em Portugal e em outros países da Europa. No teatro desempenhou as funções de músico, ator e encenador. Suas obras marcam a passagem da Idade Média para o Renascimento. Em suas farsas e autos pastoris, ele recriou os diferentes aspectos da vida de Portugal do século XVI, tanto de Lisboa quanto do campo, com sua linguagem, folclore e costumes peculiares. Entre suas obras, destacam-se a trilogia: Auto da barca do inferno, Auto da barca do purgatório e Auto da barca do paraíso, além da mais conhecida A farsa de Inês Pereira. Gil Vicente morreu em lugar desconhecido, provavelmente em 1536, pois foi a partir dessa data que se deixou de encontrar qualquer referência ao seu nome nos documentos da época, além de ter deixado de escrever a partir desse ano.