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Luc Ferry, em A Nova Ordem Ecológica: A árvore, o animal e o homem, analisa de maneira fascinante as origens filosóficas e históricas da ecologia, ciência indispensável a todo ser humano. Segundo ele, ao longo dos anos, ela aproximou-se de ideologias perigosas, com raízes mais profundas no ideal de pureza que animou grandes leis governamentais ao redor do mundo sobre conservação e animais.Quais são os fundamentos ideológicos da ecologia? O que se sabe, por exemplo, do contexto intelectual em que a Alemanha nazista elaborou as primeiras grandes legislações sobre a proteção dos animais (1933) e da natureza em geral (1935)? Quais são, hoje, os motivos filosóficos ou políticos das correntes fundamentalistas que, nos Estados Unidos e no norte da Europa, exigem com seriedade um direito das árvores, das ilhas e das montanhas? Por que essas reivindicações de um contrato natural adquirem a forma de um antimodernismo radical, de uma “desconstrução do Ocidente em declínio”? São questões como essas que Luc Ferry responde em A Nova Ordem Ecológica, que traz tendências críticas sobre o pensamento ambiental moderno. Neste trabalho, ele adota um tom de historiador da filosofia para explicar as teorias dos grandes pensadores sobre a relação do homem com a natureza. Utilizando-se de ironias, também apresenta uma oposição filosófica de teorias contemporâneas, o que causou, na França, um debate público sobre as origens do ambientalismo ideológico.
Título: A nova ordem ecologica: a arvore, o animal e o homem
ISBN: 9788574321028
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,5 x 21
Páginas: 252
Ano copyright: 2009
Coleção:
Ano de edição: 2009
Edição: 1ª
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Nascido em Paris em 1951, Luc Ferry é filósofo e um dos principais defensores do Humanismo Secular — visão de mundo que se contrapõe à religião, por conta de seu compromisso com o uso da razão crítica em lugar da fé, na busca de respostas para as questões humanas mais importantes. Foi ministro da Educação na França de 2002 a 2004. Com Aprender a Viver, venceu o prêmio Aujourd'hui 2006, um dos mais conceituados de não-ficção contemporânea da França. Enquanto ministro, foi dele a proibição de uso de trajes religiosos (por exemplo, véus sobre a cabeça e rosto de mulheres islâmicas) em escolas públicas da França.