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Autor: Cecilia Meireles
Editora: Global
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Publicado originalmente em 1952 como um apêndice aos poemas de Doze noturnos da Holanda, O aeronauta recebe pela primeira vez o devido destaque, em edição independente publicada pela Global Editora. Com onze poemas com a inconfundível e inigualável característica da poesia de Cecília Meireles, o livro foi inspirado por uma viagem aérea da autora à Europa. Em O aeronauta, Cecília retoma certas linhas temáticas de Viagem, livro publicado em 1939 que a consagrou entre as principais vozes da poesia em língua portuguesa. Mais uma vez temos a poeta viajante, que segura o leitor pela mão para uma inédita experiência de viagem aérea, ligada aos mistérios que regem nossa condição humana e terrestre. Na apresentação dessa edição, Ivo Barroso afirma que Cecília Meireles atinge momentos de absoluta cristalinidade, de autêntica “poesia pura”. “O aeronauta" revela uma conquista ao mesmo tempo pessoal e poética da autora, no sentido de atingir uma poesia ainda mais sutil, mais etérea do que a encontrada em seus livros anteriores, como, em especial, Viagem”, escreve.
Título: O Aeronauta
ISBN: 9788526018969
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23
Páginas: 56
Ano copyright: 2014
Coleção:
Ano de edição: 2014
Edição: 1ª
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Idioma:
Legenda:
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Cecília Meireles, batizada Cecília Benevides de Carvalho Meireles, (Rio de Janeiro, 1901-1964) foi poeta, ensaísta, cronista, folclorista, tradutora, educadora e pintora e é considerada uma das vozes mais importantes das literaturas de língua portuguesa. Aos 3 anos de idade perdeu a mãe e não chegou a conhecer o pai, que morreu antes de seu nascimento. Órfã, foi criada pela avó materna, Jacinta Garcia Benevides. Casou-se em 1922 com Fernando Correia Dias, um artista plástico com quem teve três filhas. O marido cometeu suicídio em 1935 em razão da depressão. Viúva, casou-se novamente em 1940 com Heitor Vinícius da Silveira Grilo, professor e engenheiro agrônomo. Em 1919, publica seu primeiro livro de poemas intitulado Espectros. Em 1934, Cecília organiza a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro. Em 1939, a autora é agraciada com o Prêmio de Poesia Olavo Bilac concedido pela Academia Brasileira de Letras pelo livro Viagem. Entre os prêmios que recebeu, estão ainda: Prêmio de Tradução/Teatro, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1962; e, no ano seguinte, ganhou o Prêmio Jabuti de Tradução de Obra Literária, pelo livro Poemas de Israel, concedido pela Câmara Brasileira do Livro; no ano de sua morte, recebeu ainda o Jabuti de poesia pelo livro Solombra; e em 1965, o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra. Sua poesia foi traduzida para 8 idiomas, e musicada por nomes como Francisco Mingnone, Lamartine Babo e Fagner. Canção da Tarde no Campo, Ou Isto ou Aquilo, Viagem, Criança, meu Amor, Poema dos Poemas e Nunca mais são alguns de seus livros.