O alienista em cordel

Autor: Machado de Assis
Editora: Nova Alexandria

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Sinopse

O conto O alienista, publicado originalmente em 1882 no livro Papéis avulsos, narra a história de Simão Bacamarte, um médico que assume a responsabilidade de identificar e tratar todos aqueles que ele qualifica como “doentes mentais”, na pequena cidade fluminense de Itaguaí. O texto discute, de forma divertida, o conceito de loucura, sem apresentar conclusões. A obra é ilustrada com xilogravuras de Erivaldo, um dos mestres desta arte no Brasil. A adaptação em cordel ficou a cargo de Rouxinol do Rinaré, um dos mais premiados poetas populares do Brasil: “Era Simão Bacamarte/ Um grande especialista,/ Que estudara em Coimbra,/ Um excêntrico cientista,/ Famoso por seus estudos/ Como médico alienista.”

Dados

Título: O Alienista Em Cordel

ISBN: 9788574921730

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 23 x 16

Páginas: 48

Ano copyright: 2008

Coleção: Classicos Em Cordel

Ano de edição: 2008

Edição:

Participantes

Autor: Machado de Assis

Adaptação: Rouxinol do Rinare

Ilustrador: Erivaldo

Autor

MACHADO DE ASSIS

Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.