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Autor: Waldete Tristao
Editora: Companhia das Letrinhas
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A incrível história da criação do mundo e da humanidade a partir da cosmopercepção africana de origem iorubá.Você sabia que os povos espalhados pelo mundo têm diferentes maneiras de narrar como a humanidade e o planeta Terra foram formados? Essas histórias atravessam gerações e fazem parte da cultura de onde nasceram.Em solo africano, no berço do povo iroubá, conta-se que, no princípio, existiam dois lugares: Òrun, o espaço sagrado dos orixás, e Àiyé, o planeta Terra. Quando Olórun decide criar o mundo como o conhecemos, confia a Obàtálá, orixá da criação, a tarefa de preparar o lugar onde os seres humanos iriam viver, entregando-lhe a bolsa da existência, com tudo o que seria necessário para esse feito. E é nessa jornada, na travessia entre Òrun e Àiyé, entre imprevistos e acontecimentos fantásticos, que começa a vir à existência a Terra e a humanidade, feitas de muitas formas e cores.Nesta nova edição, agora pela Companhia das Letrinhas, Waldete Tristão e Rodrigo Andrade se unem novamente nesta obra de referência sobre ancestralidade africana e educação antirracista para crianças. Com mais páginas ilustradas, glossário revisto e recomendação de Ananda Luz na quarta capa, a história da criação do mundo continuará encantando leitores por todo o Brasil.Indicado para leitores a partir de 6 anos.
Título: Do Òrun Ao Àiyé: A Criação Do Mundo
ISBN: 9786554851855
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 17,5 x 24,5 x 0,5
Páginas: 40
Ano copyright: 2026
Coleção:
Ano de edição: 2026
Edição: 1ª
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escreveu dois livros infantis, Do Orun ao Àiyé – A criação do mundo e Conhecendo os Orixás – De Exu a Oxalá. Além disso, é roteirista da série “Anaya”, de desenhos animados. É doutora pela FEUSP, pedagoga e mestra pela PUC-SP, professora da vida inteira, de crianças e adultos. Desde muito cedo presente no chão da escola, segue aprendendo e reaprendendo, em movimento pela infância, pelas relações raciais e pelo antirracismo. Também é integrante do coletivo de mulheres Ilú Oba de Min, onde já tocou xequerê, djembé e, agora, expressa sua memória ancestral no corpo de dança.