Home › Livros › Infanto-Juvenil › Juvenil
Tipos que todos nós conhecemos muito bem - o malandro à procura de sua próxima vítima, o marido infiel que se julga muito esperto e no final tem uma desagradável surpresa, a criança sapeca que com suas armações quase leva os adultos à loucura. Nas divertidas crônicas de Stanislaw ponte preta esses e outros personagens ganham vida e se metem em grandes confusões.
Título: Gol De Padre - Pgl 23
ISBN: 9788508085712
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13,5 x 21
Páginas: 120
Ano copyright: 2003
Coleção: Para Gostar De Ler - Vol. 23
Ano de edição: 2008
Edição: 7ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Stanislaw Ponte Preta
Stanislaw Ponte Preta, pseudônimo de Sérgio Porto, nasceu no Rio de Janeiro, em 1923. Foi crítico, cronista, radialista, apresentador de TV e compositor. Sua carreira jornalística teve início no final da década de 1940, quando atuou em publicações como a revista Sombra, e os jornais Diário Carioca, Tribuna de Imprensa e Última Hora. Em 1951 foi convidado a substituir no Diário Carioca, o cronista Jacinto de Thormes que deixara vaga a coluna social do jornal. Foi aí que nasceu o personagem que o consagrou, Stanislaw Ponte Preta, inspirado no personagem Serafim Ponte Grande, de Oswald de Andrade. Grande admirador e pesquisador da música popular brasileira, possuía uma ampla discoteca, com cerca de 30 mil discos e, em 1956 participou por 16 semanas do programa "O céu é o limite", na TV Tupi, respondendo perguntas sobre a música popular brasileira, tendo faturado o maior prêmio pago até então. Em 1959, acumulando mil funções, teve seu primeiro enfarte. Alcançou a fama por seu senso de humor refinado e crítica mordaz aos costumes nos livros Tia Zulmira e Eu e FEBEAPÁ - Festival de Besteira que Assola o País, lançado em plena vigência da ditadura militar de 1964. Sua jornada diária nunca era inferior a 15 horas de trabalho. Escrevia para o rádio, TV, revistas e jornais, além de idealizar seus livros. O excesso de obrigações seria demais para o cardíaco Sérgio Porto, que morreu de infarto aos 45 anos de idade.