Embora

Autor: Paulo Henriques Britto
Editora: Companhia das Letras

PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 2 dias úteis.

R$ 69,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Nono livro de poemas de um dos mais consagrados poetas, contistas e tradutores brasileiros em atividade, este volume traz Paulo Henriques Britto em sua melhor forma. Avesso ao sentimentalismo, aos arroubos, à autocomiseração, o autor criou uma poética extraordinária, com linguagem afiada e irônica, equilibrada entre o ceticismo e a descrença.Embora os poemas de Paulo Henriques Britto sugiram resignação e pessimismo, uma segunda leitura pode revelar o sentido oposto. A própria insistência em escrever — em tentar encaixar o mundo na forma fixa do verso — opera como um “impulso visceral, orgânico,/ que mantém o cérebro ativo/ e combate ataques de pânico”. Como ele demonstra na série “Intransitivas”, a função terapêutica da poesia não pode ser descartada: “É palavra em lugar de droga,/ espécie incorpórea de ioga”.Não se trata, é claro, de imaginar que o poema possa oferecer soluções para os problemas do mundo ou dar fim às nossas angústias individuais. Longe disso. Mas o humor mal-humorado e desesperançoso do poeta atesta que “o poema cria uma existência/ não real, mas não de todo improvável,/ uma presença falsa que compensa”. É nessa ausência, ou falsa presença, que a poesia mostra ser capaz de oferecer “o gosto, o som, a cor” e, assim, curiosamente, cumprir “o que promete”.

Dados

Título: Embora

ISBN: 9788535942873

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21 x 0,7

Páginas: 88

Ano copyright: 2026

Ano de edição: 2026

Edição:

Participantes

Autor: Paulo Henriques Britto

Autor

PAULO HENRIQUES BRITTO

Paulo Henriques Britto nasceu no Rio de Janeiro em 1951. É tradutor literário e professor de tradução, literatura e criação literária da PUC-Rio. Publicou os livros de poesia Tarde (2007) e Paraísos artificiais (2004), e traduziu O som e a fúria de William Faulkner (2004).