Home › Livros › Infanto-Juvenil › Infantil
Autor: Machado de Assis
Editora: Ciranda Cultural
SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 27 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.
R$ 39,90
em até 3x sem juros
Machado de Assis traz em Conto de Escola, nesta versão ilustrado por Nelson Cruz, um cenário do Rio de Janeiro do século XIX, com uma crítica à corrupção e à violência que havia na educação na época. A história relata Pilar, um menino inteligente mas que não gosta de ir à escola, e Raimundo, garoto não muito esperto e filho do professor Policarpo, este severo e feroz, principalmente com o filho. Certo dia, Raimundo propõe a Pilar lhe explicar a lição, em troca de uma moeda de prata. Mas Curvelo, um garoto valentão da turma, entrega os dois meninos ao professor, que lhes prega um penoso castigo.
Título: Conto De Escola
ISBN: 9786555004564
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 19 x 25 x 0,2
Páginas: 32
Ano copyright: 2020
Coleção:
Ano de edição: 2020
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Machado de Assis
Machado de Assis (Joaquim Maria Machado de Assis), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. Nascido no Morro do Livramento, de uma família pobre, mal estudou em escolas públicas e nunca frequentou universidade. Fundador da Cadeira nº 23 da Academia Brasileira de Letras, ocupou sua presidência por mais de dez anos. Sua extensa obra constitui-se de nove romances e peças teatrais, duzentos contos, cinco coletâneas de poemas e sonetos, e mais de seiscentas crônicas. Machado de Assis é considerado o introdutor do Realismo no Brasil, com a publicação de Memórias póstumas de Brás Cubas (1881). Este romance é posto ao lado de todas suas produções posteriores, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires, ortodoxamente conhecidas como pertencentes a sua segunda fase, em que se notam traços de pessimismo e ironia. Sua primeira fase literária é constituída de obras como Ressurreição, A mão e a luva, Helena e Iaiá Garcia, onde notam-se características herdadas do Romantismo, ou "convencionalismo", como prefere a crítica moderna.