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Autor: Yasunari Kawabata
Editora: Albin Michel
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Dans une étrange maison de prostitution, les "Belle Endormies", parées de leurs charmes, attendent des clients de "tout repos", des hommes dans leur grand âge. Ainsi, Eguchi y passera des nuits inoubliables, admirant les splendeurs offertes et évoquant en de longues méditations coupées de rêves les femmes qui ont marqué sa vie. Mais, ces belles ne seraient-elles pas, comme dans certaines vieilles légendes, "des avatars de quelques Bouddha" ? Comme cette courtisane, "cette dame d'Eguchi" que célèbre un nô fameux du XIVe siècle.Dans ce pavillon de délices et de voluptés, nous découvrons en compagnie de Kawabata, l'un des plus grands romanciers japonais de ce siècle, le trouble et la fascination. Le délicat romancier décrit minutieusement, en même temps que les corps, la solitude d'un homme âgé qui conserve malgré tout la lucidité et le détachement d'un esthète en l'art érotique.
Título: Les belles endormies
ISBN: 9782226090331
Idioma: Francês
Encadernação: Capa dura
Formato: 22 x 15,5
Páginas: 205
Ano copyright: 1970
Coleção:
Ano de edição: 1997
Edição: 1ª
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Legenda:
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Prêmio Nobel de 1968, Yasunari Kawabata é considerado um dos representantes máximos da literatura japonesa do século XX. Nascido em Osaka em 1899, interessou-se por livros ainda adolescente, principalmente por clássicos do Japão, que viriam a ser uma de suas grandes inspirações. Kawabata estudou literatura na Universidade Imperial de Tóquio e foi um dos fundadores da Bungei Jidai, revista literária influenciada pelo movimento modernista ocidental, em particular o surrealismo francês. Acompanhado de jovens escritores, defenderia mais tarde os ideais da corrente neossen-sorialista (shinkankakuha), que visava uma revolução nas letras japonesas e uma nova estética literária, deixando de lado o realismo em voga no Japão em prol de uma escrita lírica, impressionista, atravessada por imagens nada convencionais. Ao contrastar o ritmo harmônico da natureza e o turbilhão da avalanche sensorial, Kawabata forjou insólitas associações e metáforas táteis, visuais e auditivas que surpreendem por revelar os processos de fragilização do ser humano diante do cotidiano, numa composição surrealista de elementos da cultura e filosofia orientais, personagens acuados e cenários inóspitos. Sua obsessão pelo mundo feminino, pela sexualidade humana e pelo tema da morte (presente em sua vida desde cedo, sob a forma da perda sucessiva de todos seus familiares) renderam-lhe antológicas descrições de encontros sensuais, com toques de fantasia, rememoração, inefabilidade do desejo e tragédia pessoal. Desgastado por excesso de compromissos, doente e deprimido, Kawabata suicidou-se em 1972.