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Autor: Rubem Braga
Editora: Global
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As crônicas reunidas deste livro, publicado pela primeira vez em 1986 foram escritas pelo autor entre 1953 e 1955, passeiam por uma miríade de temas comuns ao cotidiano de todos nós.Nelas, Rubem Braga divaga com suave perspicácia sobre os dilemas da infância, reage aos incômodos impostos pela vida moderna, mergulha fundo no mar agitado das paixões do mundo dos adultos e retrata de forma comovente a encantadora beleza da natureza a ser preservada.Vale ressaltar que uma das qualidades que mais distinguem sua prosa é sua capacidade de, numa mesma crônica, enredar vários destes temas. Pois a lente de Rubem para fotografar o cotidiano à sua frente é assim: sua visão de uma simples cena ou paisagem abre a perspectiva para que se possa enxergar outros elementos que fazem companhia ao que se quer enquadrar e tornar eterno por meio da palavra tornou-se o maior cronista brasileiro.
Título: O Verao E As Mulheres
ISBN: 9786556121710
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 0,5
Páginas: 96
Ano copyright: 2018
Coleção: Rubem Braga
Ano de edição: 2021
Edição: 11ª
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Autor: Rubem Braga
Rubem Braga nasceu em Cachoeiro do Itapemirim, ES, em 1913. Ainda estudante, iniciou-se no jornalismo fazendo uma crônica diária no jornal Diário da Tarde. Como repórter, trabalhou na cobertura da Revolução Constitucionalista de 1932 para os Diários Associados. Mesmo depois de formado em Direito, continuou com o jornalismo, escrevendo crônicas para O Jornal. Mudou-se para Recife, PE, e passou a escrever para o Diário de Pernambuco. Fundou, no Rio, o jornal Folha do Povo, tomando partido da ANL (Aliança Nacional Libertadora). Em 1936, lançou seu primeiro livro de crônicas, O Conde e o Passarinho. Em 1938, fundou, junto com Samuel Wainer e Azevedo Amaral, a revista Diretrizes. Foi correspondente de guerra na Europa durante a Segunda Guerra Mundial pelo Diário Carioca, tendo tomado parte da campanha da FEB (Força Expedicionária Brasileira) na Itália, em 1945. No período de 1961 a 1963, foi embaixador do Brasil no Marrocos. Em 1960, publicou Ai de Ti Copacabana, seguindo-se A Traição das Elegantes (1967), Recado de Primavera (1984) e As Boas Coisas da Vida (1988), entre outros livros. Escreveu crônicas para os jornais Folha da Tarde, Folha da Manhã e Folha de São Paulo entre 1946 e 1961, e colaborou, nos anos 1980, com o caderno cultural Folhetim, da Folha de São Paulo. Morreu no Rio de Janeiro, em 1990, deixando mais de 15 mil crônicas escritas em mais de 62 anos de jornalismo. Suas crônicas estão publicadas em diversos livros de coletâneas, entre eles, Crônicas do Espírito Santo, Coisas Simples do Cotidiano, Crônicas da Guerra na Itália e O Lavrador de Ipanema: Crônicas de Amor à Natureza.