O cortiço

Autor: Aluisio Azevedo
Editora: Melhoramentos

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 15 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 42,00

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

O naturalismo é o movimento literário em que se criam os registros e as representações do homem e de toda a sua animalidade, segundo uma ótica cientificista e determinista.A obra de Aluísio Azevedo, um dos estreantes dessa corrente literária no Brasil, aponta já no título para o que está por vir: um espaço urbano hostil que serve de depósito aos marginalizados, mas que ganha vida junto a Rita Baiana, João Romão, Miranda, Jerônimo, entre outros personagens que mostram a brutalidade das engrenagens sociais.O cortiço trata de hipocrisia, miséria e exploração. Aluísio, com seus modos de escrita, faz o leitor respirar as corrupções, as habitações precárias, a ausência de políticas públicas, os vícios e muitos outros ares que ventam nessa cruel sociedade burguesa.

Dados

Título: O Cortiço

ISBN: 9786555397987

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13,5 x 20,5 x 1,5

Páginas: 280

Ano copyright: 2024

Coleção: Classicos Melhoramentos

Ano de edição: 2024

Edição:

Participantes

Autor: Aluisio Azevedo

Autor

ALUISIO AZEVEDO

Aluísio Azevedo nasceu em São Luís, MA, em 1857, e morreu em Buenos Aires em 1913. Mudou-se para o Rio de Janeiro aos 17 anos, instado por seu irmão, o dramaturgo Artur Azevedo. Estudou na Academia Imperial de Belas Artes e passou a colaborar com a imprensa, fazendo caricaturas e escrevendo poemas. Publicou Uma lágrima de mulher (1879), sucesso que lhe rendeu condições materiais para viver apenas da escrita. Influenciado por Eça de Queirós e Émile Zola, seria um dos pioneiros do naturalismo na ficção brasileira. Em 1881, no auge da Campanha Abolicionista, publica O mulato, causando grande comoção. Escreveria ainda Casa de pensão, O coruja e outros romances e folhetins. Em 1895, ingressa na carreira diplomática, deixando para trás a vida literária e a publicação de livros. Representou o Brasil na Espanha, na França, no Japão, na Itália, no Paraguai e na Argentina, onde morreu às vésperas de completar 56 anos.