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Autor: Honore de Balzac
Editora: Martins Fontes - Martins
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A história de Honoré de Balzac pode ser resumida como a história de um artista que nasceu no momento errado, mas que soube transformar as condições adversas em um poderoso motor para a sua criação artística. Vivendo na primeira metade do século XIX, Balzac conheceu dois dos mais amargos frutos da Revolução Francesa: a transformação do intelectual em uma espécie de proletário do saber e a submissão compulsória do artista aos caprichos da vontade popular, bem mais exigente e cruel que a dos mecenas do Antigo Regime. Sua “Comédia Humana” é o retrato mais vivo e pungente de uma sociedade que se embrutece na luta pelo prestígio e pela riqueza, que são as novas formas de enobrecimento. Este livro – publicado originalmente pouco depois da morte de Balzac – apresenta trechos da “Comédia Humana” transformados em aforismos. Nele encontramos uma síntese perfeita das ideias do autor que, anunciando, através da sua criação, a gênese do nosso mundo burguês: um mundo onde a arte e o próprio saber se tornaram cada vez mais reféns de uma vida calçada na mediocridade e no desprezo dos grandes homens.
Título: Maximas e pensamentos de honore de balzac
ISBN: 9788561635626
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21
Páginas: 191
Ano copyright: 2010
Coleção:
Ano de edição: 2010
Edição: 1ª
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Honoré de Balzac nasceu na província, em Tours, em 20 de maio de 1799. Forma-se bacharel em direito em 1819, mas acalenta o sonho de ser escritor e a esse projeto se dedica. A partir de 1822 seus primeiros romances são publicados sob diversos pseudônimos. Em 1829 publica, usando pela primeira vez seu próprio nome, Le dernier Chouan ou la Bretagne em 1800, que, sob o título definitivo de Les Chouans [Os Chouans], será o primeiro romance da Comédia Humana. Nesse mesmo ano, redige, entre outros, A paz conjugal, mais antiga das Cenas da Vida Privada, e trabalha no manuscrito que se tornará A Mulher de Trinta Anos. Em 1835 lança O pai Goriot. Em 1842 é publicado o primeiro volume da Comédia Humana. Em 1849, muda-se para a Ucrânia. No ano seguinte, casa-se com Evelyne Hanska, viúva do conde Hanski, sua amante desde meados da década de 30; e, de volta a Paris, morre nesse mesmo ano, no dia 18 de agosto.