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Autor: Leonardo Foletto
Editora: Autonomia Literária
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O livro A cultura é livre: uma história da resistência antripropriedade, escrito por Leo Foletto, editor do excelente Baixa Cultura, foca nas dinâmicas da propriedade intelectual, do ponto de vista do Sul Global. Analisa os circuitos de circulação da cultura em várias épocas, partindo da oralidade, na Grécia Antiga, e chegando até as práticas colaborativas da atualidade. A consolidação da cultura como bem comercial e produto, ao longo do processo de industrialização, e os abalos que a Internet trouxe ao modelo proprietário, constituem o cerne de sua discussão. A partir desse detalhado apanhado, Foletto não apenas cartografa as manifestações relacionadas à circulação da cultura. Acima de tudo, enuncia que o acesso à cultura e aos meios de produção cultural são as prerrogativas de um mundo livre.– Giselle Beiguelman, artista, curadora e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP.Um livro vasto sobre cultura, política, sociologia, antropologia e história. Um livro de uma sobriedade eloquente sobre questões quase sempre nada sóbrias na dinâmica das disputas humanas. Um livro para a atualidade, para a pós-modernidade e para o futuro civilizatório.– Gilberto Gil, prefaciador da obra.
Título: A Cultura E Livre: Uma Historia Da Resistencia Antipropriedade
ISBN: 9786587233307
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 14 x 21 x 1,5
Páginas: 256
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2021
Edição: 1ª
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Autor: Leonardo Foletto
Gilberto Gil
Cantor e compositor, Gilberto Gil nasceu em Salvador, em junho de 1942. Ao lado de Caetano Veloso, Gal Costa e Tom Zé exerceu um papel fundamental no processo de modernização da música popular brasileira, com a criação do tropicalismo. O movimento de ruptura assimilou a cultura pop aos gêneros nacionais, quebrando barreiras entre tradição e vanguarda e transformando critérios de gosto, moral e comportamento. Ao longo de quase cinco décadas de carreira gravou mais de 35 discos e, em 1998, recebeu o Grammy Award de Melhor Música Mundial. Nos anos 1980 tornou-se vereador em Salvador e em 2003 assumiu o cargo de ministro da Cultura, com uma gestão marcada especialmente por discussões em torno de software livre, direitos autorais e liberdades digitais