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Autor: Fernando Pessoa
Editora: Relogio D'Agua
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O Livro do Desassossego encontra-se disperso por uma vasta rede de escritos. Esta edição resulta de uma rigorosa investigação de Teresa Sobral Cunha, que há vinte e seis anos, desde que assinou, com Jacinto Prado Coelho e Maria Aliete Galhoz, a primeira publicação do Livro do Desassossego, se tem dedicado a recuperar o seu corpo documental. Para isso vem reunindo textos, excertos e apontamentos que compõem esta obra marcada por alguns dos vários génios que Pessoa foi simultaneamente. «Embora não seja incomum que um mesmo documento se disperse por suportes diferentes, com tintas de várias cores, ou que a continuação de um fragmento manuscrito se faça em folha dactilografada — a preto, a roxo, a vermelho ou a vários tons de azul —, incorporam-se outros trechos e fragmentos que pertencem (ou aparentam pertencer) a esta grande nebulosa documental. Sendo vários os factores determinantes das atribuições, preponderaram os conteúdos dos documentos, a informação
Título: Livro Do Desassossego
ISBN: 9789896413972
Idioma: Português (PT)
Encadernação: Brochura
Formato: 15 x 23
Páginas: 584
Ano copyright:
Coleção: Letra Pessoana
Ano de edição: 2013
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
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Quantidade de discos:
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Código:
Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.