War diaries: notebooks from a phoney war, 1939-40

Autor: Jean-Paul Sartre
Editora: Verso

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Sinopse

During the phony war that preceded the invasion of France, between late 1939 and the summer of 1940, the young Jean-Paul Sartre was stationed in his native Alsace as part of a meteorological unit. He used his considerable periods of spare time, between mundane duties like watching weather balloons, to make a series of notes on philosophy, literature, politics, history and autobiography that anticipate the themes of his later masterpieces, and often surpass them in literary verve and directness.These War Diaries form a portrait of Sartre in his most intense and brilliant phase. With them the twentieth century’s most remarkable and public philosopher has provided us with a fitting posthumous monument to his honest and creativity.

Dados

Título: War diaries: notebooks from a phoney war, 1939-40

ISBN: 9781859842386

Idioma: Inglês

Encadernação: Brochura

Formato: 13 x 21,5

Páginas: 366

Ano copyright: 1983

Ano de edição: 1999

Edição:

Participantes

Autor: Jean-Paul Sartre

Tradutor: Quintin Hoare

Autor

JEAN-PAUL SARTRE

Jean-Paul Sartre nasceu em Paris em 1905. Órfão de pai aos dois anos, mudou-se para a casa do avô materno em Meudon. Em 1924, matriculou-se na Escola Normal Superior, em Paris, e conheceu Simone de Beauvoir. Em 1931 foi nomeado professor de filosofia no Havre, e escreve seu primeiro romance, A náusea. Em 1936, publicou A imaginação e A transcendência do ego. Em 1940 foi capturado pelos alemães e enviado a um campo de prisioneiros. Libertado em 1941, voltou à França e funda o movimento Socialismo e Liberdade. Em 1943, publica O ser e o nada. Logo após a guerra, funda com Merleau-Ponty a revista Les Temps Modernes e escreve várias peças de teatro político. Ingressa em 1952 no Partido Comunista Francês, com o qual romperia quatro anos depois. Em 1960, publica a Crítica da razão dialética, e em 1964 a autobiografia As palavras. Recusa o Prêmio Nobel de Literatura por acreditar que "nenhum escritor pode ser transformado em instituição". Além de ter estado no centro de alguns dos movimentos intelectuais e culturais mais importantes da segundo metade do século XX, como o existencialismo, Sartre foi o caso raro de um grande filósofo que era também um grande romancista, e de um grande romacista que era também um grande dramaturgo. Morreu em Paris em 1980.