E gol: torcida amiga, boa tarde!

Autor: Ignacio de Loyola Brandao
Editora: Global

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Sinopse

“Torcida amiga, boa tarde! Vamos iniciar mais uma tarde esportiva. Esse futebol que é a alegria do povo. Futebol arte. Futebol glória. E é gol. Gol gol gol gol goooooool finalmente, é gol.”Assim inicia essa história. É gol, de Ignácio de Loyola Brandão, ilustrado por Orlando Pedroso, que a Global Editora leva às livrarias depois de 32 anos da publicação da primeira edição, narra a emoção de uma partida de futebol. Para quem acompanha um jogo, o que conta mais? A forma como o locutor o descreve, o que realmente está ocorrendo dentro do campo ou o que ficamos imaginando que poderia ter de fato acontecido? Diferentes versões de uma mesma história: quem vê o gol e quem faz o gol. De forma descontraída, Loyola nos apresenta uma partida daquele futebol que emociona, envolve e empolga qualquer torcedor. Essa narrativa traz a surpreendente atuação de Cacalo, atacante que surge como uma estrela numa partida decisiva para mudar a história de um jogo aparentemente definido e sem muita emoção. O texto escrito no estilo ágil e leve, tão característico de Loyola, aliado às lindas ilustrações artisticamente produzidas por Orlando, envolve e conduz o leitor ao momento daquela emocionante partida de futebol. “É o futebol, torcida amiga! O futebol que é caprichoso, voluntarioso. Que faz e desfaz ídolos. Que traz glória e tristeza. Este é o futebol que nós amamos. O futebol que é arte, que é emoção, que é luta, que é paixão de um povo.”

Dados

Título: E Gol: Torcida Amiga, Boa Tarde!

ISBN: 9788526020641

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 27,5 x 20,5 x 0,3

Páginas: 64

Ano copyright: 2014

Coleção: Ignacio De Loyola Brandao

Ano de edição: 2014

Edição:

Participantes

Autor: Ignacio de Loyola Brandao

Ilustrador: Orlando Pedroso

Autor

IGNACIO DE LOYOLA BRANDAO

Ignácio de Loyola Brandão nasceu em Araraquara (SP), em 31 de julho de 1936. Jornalista e escritor, Brandão publicou dezenas de livros, entre romances, contos, crônicas e viagens, além de ter participado de várias antologias. Filho de um ferroviário, tornou-se crítico de cinema aos 16 anos, quando soube que crítico não pagava entrada em cinema. Assim enveredou pelo jornalismo. Em 1957, mudou-se para São Paulo e foi trabalhar no jornal Última Hora como repórter. Estreou com um livro de contos sobre a noite paulistana, Depois do Sol. Seu primeiro romance, Bebel que a Cidade Comeu, foi publicado em 1968. Em 1974, foi lançado na Itália o romance Zero, sua obra mais conhecida. Editado no Brasil no ano seguinte, o livro foi proibido em 1976 pelo Ministério da Justiça do governo Geisel. A obra só seria liberada em 1979. Em 1993, iniciou colaboração semanal no jornal O Estado de S.Paulo. Em 1996, submeteu-se a uma cirurgia para a retirada de um aneurisma cerebral e registrou a experiência no livro Veia Bailarina, em 1997. Tendo como cenário a ditadura militar e o exílio, sua obra romanesca faz uma crítica amarga da sociedade brasileira, mas também fala de amor e solidão. Em julho de 2001, por ocasião de seu aniversário, foi homenageado pelo Instituto Moreira Salles, com a publicação de sua vida e obra no volume 11 da série Cadernos de Literatura Brasileira. Em 2008 o romance O Menino que Vendia Palavras ganhou o Prêmio Jabuti de melhor livro de ficção do ano. Em suas crônicas, são frequentes as referências à infância em Araraquara, aos colegas de geração e ao cotidiano da cidade de São Paulo.