Baladas para el-rei

Autor: Cecilia Meireles
Editora: Global

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 12 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 72,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Terceira produção poética de Cecília Meireles a vir a público, Baladas para El-Rei, de 1925, presenteia o leitor com versos que demonstram a rara capacidade de nossa maior poeta para evocar imagens e sentimentos, capitaneada por sua intrínseca musicalidade. As ilustrações presentes no livro concebidas pelo artista plástico português Fernando Correia Dias, primeiro marido de Cecília, expandem o som e a ressonância dos poemas da autora. A apresentação desta edição é assinada pelo crítico literário Marcos Pasche, mestre e doutor em Letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e professor de Literatura Brasileira na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. No texto, Pasche observa que “não é seguro apontar, com pretensa certeza, quem é o Rei receptor das baladas, mas é possível ouvi-las badalando no livro que é um reino do dizer obnubilado e do subentendido”.

Dados

Título: Baladas Para El-Rei

ISBN: 9788526022577

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23

Páginas: 80

Ano copyright: 2017

Ano de edição: 2017

Edição:

Participantes

Autor: Cecilia Meireles

Organizador: Andre Seffrin

Ilustrador: Fernando Correia Dias

Autor

CECILIA MEIRELES

Cecília Meireles, batizada Cecília Benevides de Carvalho Meireles, (Rio de Janeiro, 1901-1964) foi poeta, ensaísta, cronista, folclorista, tradutora, educadora e pintora e é considerada uma das vozes mais importantes das literaturas de língua portuguesa. Aos 3 anos de idade perdeu a mãe e não chegou a conhecer o pai, que morreu antes de seu nascimento. Órfã, foi criada pela avó materna, Jacinta Garcia Benevides. Casou-se em 1922 com Fernando Correia Dias, um artista plástico com quem teve três filhas. O marido cometeu suicídio em 1935 em razão da depressão. Viúva, casou-se novamente em 1940 com Heitor Vinícius da Silveira Grilo, professor e engenheiro agrônomo. Em 1919, publica seu primeiro livro de poemas intitulado Espectros. Em 1934, Cecília organiza a primeira biblioteca infantil do Rio de Janeiro. Em 1939, a autora é agraciada com o Prêmio de Poesia Olavo Bilac concedido pela Academia Brasileira de Letras pelo livro Viagem. Entre os prêmios que recebeu, estão ainda: Prêmio de Tradução/Teatro, concedido pela Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1962; e, no ano seguinte, ganhou o Prêmio Jabuti de Tradução de Obra Literária, pelo livro Poemas de Israel, concedido pela Câmara Brasileira do Livro; no ano de sua morte, recebeu ainda o Jabuti de poesia pelo livro Solombra; e em 1965, o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto de sua obra. Sua poesia foi traduzida para 8 idiomas, e musicada por nomes como Francisco Mingnone, Lamartine Babo e Fagner. Canção da Tarde no Campo, Ou Isto ou Aquilo, Viagem, Criança, meu Amor, Poema dos Poemas e Nunca mais são alguns de seus livros.