Poesias reunidas

Autor: Oswald de Andrade
Editora: Companhia das Letras

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Sinopse

Considerado por Mário de Andrade como “o mais curioso talvez dos modernistas brasileiros”, Oswald de Andrade deixou uma marca definitiva na literatura brasileira, graças à sua verve e ao seu estilo profundamente inventivo. Este volume de Poesias reunidas inclui ainda 22 poemas inéditos e farta fortuna crítica, além das ilustrações originais de Tarsila do Amaral, Lasar Segall e do próprio Oswald. Marcados pelos cortes rápidos, telegráficos, os versos se apropriam das técnicas de montagem das artes plásticas e do cinema. O resultado desse processo é uma obra transgressora que influenciou profundamente não só a literatura do país, mas também as artes visuais, a filosofia, a antropologia e os estudos culturais.

Dados

Título: Poesias Reunidas

ISBN: 9788535927535

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 328

Ano copyright: 2017

Ano de edição: 2017

Edição:

Participantes

Autor: Oswald de Andrade

Autor

OSWALD DE ANDRADE

José Oswald de Souza Andrade, mais conhecido como Oswald de Andrade, nasceu em São Paulo, em 1890. Jornalista e advogado, fundou a revista O Pirralho, em 1911, bacharelando-se pela Faculdade de Direito de São Paulo em 1919. Trabalhou, entre outros, para o Diário Popular, e O Estado de São Paulo. Participou ativamente da Semana de Arte Moderna de 1922, da qual foi um dos organizadores. Amigo de Mário de Andrade, formou com ele a dupla de maior expressão do movimento modernista. Posteriormente a 1922, desencadeou dois movimentos, o Pau-Brasil (1924/25) e o da Antropofagia (1928). O primeiro, utilizando elementos da vanguarda francesa, pregava a criação de uma poesia primitiva e nacionalista, fruto da união de uma cultura nativa com uma cultura intelectualizada. O segundo movimento questionava a estrutura política, econômica e cultural do país, entendida como uma herança deixada pelo colonizador. Entre 1922 e 1934, publicou a Trilogia do exílio formada pelos romances Os condenados (1922), Estrela de absinto (1927) e A escada vermelha (1934). Paralelamente à sua atividade literária, envolveu-se com o clima de radicalização política dominante no país após a Revolução de 1930, tendo ingressado no então Partido Comunista do Brasil (PCB). Nesse período, escreveu três peças de teatro: O homem e o cavalo (1934), A morta e O rei da vela (1937). Escreveu também Pau-Brasil (1925), Memórias sentimentais de João Miramar (1927) e Manifesto Antropofágico (1928). Faleceu em São Paulo em 1954.