Poesia antipoesia antropofagia & cia

Autor: Augusto de Campos
Editora: Companhia das Letras

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Sinopse

Para poetas e curtidores de poesia: lançada em 1978, reunião de ensaios sobre obras revolucionárias da poesia brasileira ganha edição ampliada.Guimarães Rosa, Mario Faustino, João Cabral, Ferreira Gullar, Wlademir Dias-Pino, Gregorio de Matos e Oswald de Andrade. A primeira edição de Poesia, Antipoesia e Antropofagia, de 1978, reunia as ''incursões errático-críticas'' de Augusto de Campos sobre poetas que, como ele, revolucionaram a poesia brasileira vigente. Passados mais de 35 anos, esta edição revista e ampliada pelo autor volta às livrarias, com a seção & cia., incluindo textos publicados desde então. Os objetos de análise são Ernani Rosas, Oswald de Andrade (novos textos), Sousândrade, Décio Pignatari, Cyro Pimentel, Erthos Albino de Souza e Waldemar Cordeiro, além de reflexões sobre as perspectivas oferecidas à poesia concreta pelas novas tecnologias.

Dados

Título: Poesia Antipoesia Antropofagia & Cia

ISBN: 9788535926460

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 328

Ano copyright: 2015

Ano de edição: 2015

Edição: 1ª

Participantes

Autor: Augusto de Campos

Autor

AUGUSTO DE CAMPOS

Augusto de Campos nasceu em 1931 em São Paulo. Poeta, ensaísta e tradutor, foi um dos criadores da poesia concreta. Sua obra poética, iniciada com O Rei Menos o Reino (1951), está parcialmente coligida nos livros Viva Vaia (1979) e Despoesia (1994). Traduziu poetas modernos, como Mallarmé, Pound, Joyce, Cummings, Maiakóvski, e antigos, dos trovadores provençais aos simbolistas franceses. Crítico de poesia (Re-Visão de Sousândrade, com Haroldo de Campos, e Kilkerry, Pagu: Vida-Obra, entre outros) e de música (Balanço da Bossa, Música de Invenção). Tem tido acentuada participação em atividades relacionadas com as novas “mídias”, apresentando seus poemas em painéis eletrônicos, holografias, projeções em laser, animações computadorizadas e eventos multidisciplinares. Da parceria com o músico Cid Campos, surgiu o CD e o espetáculo Poesia é Risco (1995), performance “verbovocovisual” de poesia/música/imagem. As animações poéticas digitais – os Clip-Poemas – fizeram parte da exposição Arte/Suporte/Computador, na Casa das Rosas, em São Paulo.