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Autor: Ayn Rand
Editora: Penguin Books
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A powerful dystopian novel from a writer who experienced firsthand the dehumanising conditions of Soviet Russia, Ayn Rand's Anthem includes an introduction by Leonard Peikoff in Penguin Modern Classics.Equality 7-2521 is a man apart. Since The Great Rebirth it has been a crime in his world to think or act as an individual. Even love is forbidden. Yet since his childhood in the Home of the Infants, Equality 7-2521 has felt that he is different. When he is sent by The Council of Vocations to work as a road sweeper, he stumbles upon a link to the old world that gives him the spur to break free. First published in England in 1938, Ayn Rand's short dystopian novel crystallizes the ideas of individualism and competition that would make her name.Ayn Rand (1905-82), born Alisa Rosenbaum in St. Petersburg, Russia, emigrated to America with her family in January 1926, never to return to her native land. Her novel The Fountainhead was published in 1943 and eventually became a bestseller. Still occasionally working as a screenwriter, Rand moved to New York City in 1951 and published Atlas Shrugged in 1957. Her novels espoused what came to be called Objectivism, a philosophy that champions capitalism and the pre-eminence of the individual.If you enjoyed Anthem, you might also like Yevgeny Zamyatin's We, available in Penguin Classics.'She created a new credo for all individualists'The Times Literary Supplement
Título: Anthem
ISBN: 9780141189611
Idioma: Inglês
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 20
Páginas: 112
Ano copyright:
Coleção: Penguin Modern Classics
Ano de edição: 2019
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
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Autor: Ayn Rand
Ayn Rand nasceu em 1905, em São Petersburgo, na antiga União Soviética czarista. Precoce e determinada, aos 9 anos decidiu que seria autora de livros de ficção e acabou se tornando uma das escritoras mais influentes dos Estados Unidos. A fim de escapar da Revolução Russa, em 1917, mudou-se com os pais para a Crimeia. No entanto, após a vitória dos comunistas, o estabelecimento comercial de seu pai foi confiscado, e sua família passou fome. Na escola, ficou muito impressionada com as aulas de história americana e considerou os Estados Unidos o modelo de nação em que os homens poderiam ser livres, princípio presente em toda a sua obra. Ao retornar da Crimeia, foi estudar Filosofia e História na Universidade de Petrogrado, onde se formou em 1924. Em 1925, obteve permissão para visitar parentes nos Estados Unidos. Embora tenha informado às autoridades soviéticas que sua estada em território americano seria breve, nunca mais voltou à Rússia. We the Living é sua obra mais autobiográfica, baseada nos anos em que viveu sob o regime comunista em sua terra natal. A nascente apresenta o herói típico de Ayn Rand: o homem idealista, que tem a felicidade como objetivo moral de sua vida, a realização produtiva como atividade mais nobre e a razão como seu único princípio absoluto. Porta-voz do individualismo, Ayn acreditava que o homem nasce livre e pode fazer o que desejar. Ateia e opositora ferrenha do socialismo e de outras formas de coletivismo, sempre defendeu o indivíduo contra o Estado e qualquer tipo de divindade ou religião que o obrigue a abrir mão de seus direitos em favor do bem público. Em 1957, publicou sua última obra de ficção, A revolta de Atlas – cujo título original é Atlas Shrugged. Neste livro, a grande realização de sua carreira, Ayn Rand foi brilhante ao transformar sua filosofia em uma história de mistério, combinando elementos da ética, da metafísica, da política, da economia e até da ficção científica.