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'Este um Sou Eu!', definitivo livro da biografia em dois tomos de Victor Hugo, acompanha a segunda (e derradeira, além de apoteótica) metade da vida do escritor. Engajado na vida política, Hugo entra em 1845 para a Câmara dos Grão-vassalos reais. Dois anos depois, torna-se deputado e sobe às barricadas em 2 de dezembro de 1851, enquanto seus dois filhos estão na prisão. Ameaçado de morte, refugia-se na Bélgica com um passaporte falso. Um período conturbado, mas também muito produtivo para um dos mais importantes homens de letras de todos os tempos. Após duas décadas no exílio, período durante o qual surgiram obras-primas como 'Os Castigos', 'As Contemplações', 'A Legenda dos Séculos', 'Os Trabalhadores do Mar', 'O Homem que Ri', e sua mais famosa criação - 'Os Miseráveis' -, Victor Hugo retorna à França para a proclamação da República, em 1870. Até a sua morte, em 1885, no entanto, muitas histórias ainda virão à tona.
Título: Victor hugo tomo 2: este um sou eu! (1844-1885)
ISBN: 9788528612233
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 15,5 x 23
Páginas: 458
Ano copyright: 2001
Coleção:
Ano de edição: 2006
Edição: 1ª
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Nascido em Nice, França, em 7 de janeiro de 1932, Max Gallo é um filho da classe operária que impressiona pelo talento, cultura e energia criativa. É um dos maiores escritores e historiadores de seu país, sem falar de sua intensa participação política. Na França, foi chamado de "o Alexandre Dumas de nossos tempos". Nos anos 1970, foi editorialista do L"Express; nos anos 1980, dirigiu a redação do diário parisiense Le Matin. Sua produção é assombrosa: romances, séries históricas — como a inesquecível Os Patriotas (romance histórico da Resistência Francesa) —, contos, ficção política e biografias, com destaque para os monumentais Napoleão e Victor Hugo. Gallo tornou-se membro do Partido Comunista em 1956, com o qual rompeu logo depois. Em 1974, aderiu ao Partido Socialista. Em 1981, foi eleito deputado e, em 1983, nomeado secretário de Estado e porta-voz do governo de François Mitterrand. No ano seguinte, tentou desligar-se da atividade política para se dedicar integralmente ao trabalho literário. Mas acabou eleito para o Parlamento europeu, cargo exercido até 1994. Dois anos antes, desligara-se do Partido Socialista para fundar o Movimento dos Cidadãos, do qual foi vice-presidente. Mas em 1994 sua vocação maior exigiu-lhe consagrar-se definitivamente a escrever e o fez abandonar sua atividade política.