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Autor: Fernando Pessoa
Editora: Tinta da China (BR)
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Em 1935, Reis escreveu o poema “Vivem em nós innumeros”. Se dentro de Pessoa viveram inúmeras pessoas de Pessoa, dentro de Reis também viveram, de fato, inúmeros: o neoclássico antagonista do Integralismo Lusitano, o prefaciador de Caeiro, o médico semi-helenista, o tradutor de Safo e Aristóteles, o monárquico exilado — quiçá no Brasil —, o defensor da obra perfeita de Milton, o ensaísta interessado em sexualidade, ciência e religião, o crítico do “christismo”, o teórico de um novo ideal pagão, o espectador do mundo como se fosse um jogo de xadrez, o poeta da fugacidade do tempo e da aceitação calma do destino. Obra completa de Ricardo Reis reúne pela primeira vez toda a prosa e toda a poesia do primeiro heterônimo criado por Fernando Pessoa. O volume, que integra a Coleção Pessoa na Tinta-da-China Brasil, inclui textos inéditos de Reis, novas leituras dos versos e da prosa, além de imagens dos manuscritos. Com edição rigorosa de Jerónimo Pizarro e Jorge Uribe, paratextos e estabelecimento de texto, o leitor brasileiro terá acesso a grandes obras ricardianas — como as famosas Odes e o prefácio aos poemas de Alberto Caeiro — na grafia original de Pessoa. Tudo isso embalado em capa dura serigrafada, com o design inconfundível de Vera Tavares.
Título: Obra Completa De Ricardo Reis
ISBN: 9786584835412
Idioma: Português
Encadernação: Capa dura
Formato: 14 x 19 x 5
Páginas: 520
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2025
Edição: 1ª
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Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.