Home › Livros › Humanidades › História
Autor: Marc Bloch
Editora: Edições 70
SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 110 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Poderá ser importado mediante checagem prévia de disponibilidade.
R$ 109,50
em até 3x sem juros
Esta obra de referência obrigatória, é um clássico para quem queira conhecer a essência da sociedade feudal, como ela funcionou, como evoluiu. Aborda o período que vai de meados do séc. IX até aos primeiros decénios do séc. XIII, num quadro geográfico que abrange a Europa ocidental e central.Bloch dá-nos a conhecer o meio e as condições de vida, os laços de sangue, a vassalidade e o feudo, as classes, a dependência das classes inferiores, o governo dos homens e a feudaliadde como tipo social. Ao mesmo tempo avalia o papel da Igreja, da realeza, da força burguesa, da cidade, da comuna. Um fresco notável de um dos mais insignes historiadores do século XX.
Título: A sociedade feudal
ISBN: 9789724413952
Idioma: Português (PT)
Encadernação: Capa dura
Formato: 16 x 24
Páginas: 608
Ano copyright: 2009
Coleção: Lugar Da Historia - Vol. 6
Ano de edição: 2009
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Marc Bloch (1886 -1944), historiador francês nascido em Lyon, foi durante muitos anos professor de História medieval na Universidade de Estrasburgo, antes de assumir a cadeira de História econômica na Sorbonne, em 1936. Atuou na Primeira Guerra Mundial, tendo sido condecorado com a Croix de Guerre, a Medalha Militar e da Legião de Honra. Em 1939, aos 53 anos de idade, se ofereceu para o serviço ativo na Segunda Guerra Mundial. Depois da queda da França em 1940, foi para o Sul, onde lecionou nas universidades de Clermont Ferrand e Montpellier. Quando o Sul também foi ocupado, juntou-se à Resistência. Capturado pela Gestapo, foi torturado e finalmente baleado e morto em 16 de junho de 1944. Ficou conhecido por seus estudos pioneiros sobre a história rural francesa e a sociedade feudal, e por sua obra póstuma The historian’s craft. Foi co-fundador da Escola dos Annales, a qual sua contribuição com os estudos da história social francesa rendeu uma reputação que se estendeu para além da Europa. Sua metodologia, assim como a de seus colegas, consistia em não se limitar ao estudo de documentos escritos, mas considerar materiais artísticos, arqueológicos e até mesmo a numismática. Defensor ainda da singularidade das ciências humanas, buscou a utilização permanente do método comparativo e fomentou entre os historiadores o trabalho multidisciplinar e colaborativo.