O marinheiro que perdeu as graças do mar

Autor: Yukio Mishima
Editora: Estação Liberdade

PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 8 dias úteis.

R$ 65,00

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

"O marinheiro que perdeu as graças do mar" explora partidas e permanências, perdas e ganhos, individualidade e abdicação desta, amor e ódio, violência e paz, explora o convite à vida em dinâmica que é o verão e a inação, a negatividade, a penumbra do inverno, estações que, aliás, intitulam as duas partes em que está dividido este livro. ????? ou Gogo No Eiko, conforme o título em japonês, foi publicado originalmente em 1963, enquadrando-se a meio caminho da carreira de Yukio Mishima.O marinheiro chama-se Ryuji Tsukazaki, a quem parece estar predestinado algum tipo de glória. Ele faz parte da tripulação do Rakuyo, navio cargueiro que o transporta ao porto de Santos, aqui no Brasil, e às sombrias aspirações que o atormentam. Mas não só ondulante é Ryuji: ele também aporta e é atraído pela terra firme, onde se lhe oferece uma vida muito diferente da marítima.Yukio Mishima constrói uma engenhosa história com este personagem que trava diversas relações e é apresentado através de cada uma das perspectivas de seus interlocutores, fora a do narrador. Assim, o personagem e, por extensão, sua jornada acabam por ser multifacetados e não se deixam definir unilateralmente, dando aos leitores o que pensar e interpretar.

Dados

Título: O marinheiro que perdeu as graças do mar

ISBN: 9786586068252

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 13,5 x 21 x 1,1

Páginas: 176

Ano copyright: 2022

Ano de edição: 2022

Edição:

Participantes

Autor: Yukio Mishima

Tradutor: Jefferson Jose Teixeira

Autor

YUKIO MISHIMA

Grande admirador das tradições milenares da cultura japonesa, especialmente da conduta virtuosística dos samurais, Yukio Mishima — pseudônimo de Hiraoka Kimitake (1925-1970) — viveu a literatura como se fosse parte indissociável de sua existência. Além de romances, escreveu também poemas, ensaios e peças teatrais. Crítico contumaz da degradação do Japão moderno, permaneceu sempre em luta pela retomada dos valores clássicos do seu país, até cometer o suicídio, em 1970. Sua morte é emblemática de como, para ele, arte e vida não se separavam: depois de rasgar o próprio ventre com um sabre, foi decapitado por um de seus discípulos, de acordo com a tradição samurai.