O fantasma que falava espanhol

Autor: Luiz Galdino
Editora: Quinteto Editorial

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Sinopse

O destino dos quatro jovens era a casa do pescador Ernesto. Eles queriam encontrar um navio encalhado. Atravessaram de lancha e finalmente chegaram à ilha. Nessa ilha, havia uma casa abandonada que, segundo o pescador, fora de um alemão que se suicidara. Os jovens foram bisbilhotar a tal casa e passaram por muitos sustos, ouviram rangidos e vozes. Chegaram a pensar em fantasmas.Ernesto chamou a polícia para desvendar o mistério. Uma das meninas foi pega por um homem, que era um assassino, mas a polícia, com a ajuda do grupo, conseguiu prendê-lo. Mais tarde, informaram que o bandido havia fugido da Argentina e era especialista em torturas. Tudo voltou ao normal e a garotada resolveu ficar mais um pouco na ilha.

Dados

Título: O Fantasma Que Falava Espanhol

ISBN: 9788596021623

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21 x 0,8

Páginas: 128

Ano copyright: 2017

Coleção: Looping

Ano de edição: 2019

Edição:

Participantes

Autor: Luiz Galdino

Ilustrador: Zansky

Autor

LUIZ GALDINO

Luiz Galdino, paulista de Caçapava (Vale do Paraíba), de onde saiu aos dezoito anos, começou escrevendo para adultos. Já havia publicado um romance e um volume de contos quando estreou na literatura infanto-juvenil. Sua obra soma, hoje, cerca de quarenta títulos, que inclui ficção para adultos, novelas infanto-juvenis e obras de não-ficção (ensaios sobre História e Pré-história brasileiras). Esses livros conquistaram quase trinta premiações, entre as quais o Prêmio Literário Nacional do INL (DF), Prêmio Nacional do Clube do Livro (SP), Fernando Chinaglia (RJ), João de Barro (Prefeitura BH) e Jabuti (SP), além de alguns no exterior: México, Alemanha e Itália. Galdino tem histórias publicadas no México e nos Estados Unidos. E sua obra vem sendo estudada e se constituindo em temas de teses universitárias no Brasil, Holanda e Japão. No entanto, apesar de escrever para públicos tão distintos, sente-se à vontade para afirmar que nenhum outro leitor se mostrou jamais tão cúmplice dos seus relatos como os jovens e os adolescentes. E essa cumplicidade os torna muito especiais. Na sua visão, faz deles, com certeza, o seu público preferido.