O duelo

Autor: Giacomo Casanova
Editora: Grua Livros

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Sinopse

Fugindo da justiça, o veneziano deixa sua cidade natal e aventura-se pela Europa, amealhando e perdendo fortunas, e sendo bem recebido por reis e rainhas. Em Varsóvia, por um motivo tolo, sente-se ofendido pelo nobre Xaverio Braniscki, um homem próximo ao rei e que “tinha aprendido a derramar o sangue dos inimigos sem os odiar, a vingar-se sem ira, a matar sem descortesia, a preferir a honra, que é um bem imaginário, à vida, que é o único bem real do homem”. Desafia-o para um duelo. Com extrema cordialidade, combinam os detalhes e se batem. Nesta novela ambientada no século XVIII, com fortes elementos autobiográficos, os costumes e frivolidades das realezas, e das pessoas que as cercam, são descritos por Casanova com ironia refinada. Tem-se aqui um retrato das cortes europeias, com seus códigos de honra, suas pequenas veleidades e a arte de agradar aos monarcas como habilidade essencial.Um dos poucos trabalhos escritos em italiano por Casanova, que escreveu em francês suas memórias, O duelo é um exemplo vívido do talento literário do maior sedutor de todos os tempos.

Dados

Título: O duelo

ISBN: 9788561578831

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 12,5 x 17,7 x 0,6

Páginas: 88

Ano copyright: 2014

Coleção: A Arte Da Novela

Ano de edição: 2019

Edição:

Participantes

Autor: Giacomo Casanova

Tradutor: Dennys Vinicius Menezes

Autor

GIACOMO CASANOVA

Giacomo Casanova — ou Giovanni Jacopo Casanova — nasceu em Veneza, Itália, em 1725, e morreu em Duchkov, Bohemia, em junho de 1798. Conseguiu reunir em torno de si uma legenda tão espantosa quanto variada como um dos maiores aventureiros de todos os tempos. Célebre conquistador que fascinava as mulheres, aventureiro destemido capaz de proezas como a célebre fuga das prisões de Veneza, Casanova deixou muitos textos esparsos e suas célebres Memórias, em seis volumes, considerada um importante documento sobre a vida social, os costumes e a política do século XVIII. Em O duelo, um episódio autobiográfico, prefácio de Piero Chiara - narrado em terceira pessoa -, tem como objetivo alimentar a vida e não o mito. Com o duelo retorna-se à contemporaneidade em um desejo de reconsiderar o parecer sobre ele e ainda valer-se dele para um hipotético futuro. Estejam talvez aí a força, a astúcia, a capacidade expressiva, e, se desejarmos, também a angustiante e insinuante hipocrisia de que suas páginas são repletas. Memórias é o fúnebre testamento para hipóteses vindouras. O duelo, um recado "de imagens" legado à vida.