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Autor: Joao do Rio
Editora: Antofagica
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Um dos maiores e mais espontâneos observadores da crônica do cotidiano, João do Rio, autor homenageado da Flip 2024, é publicado pela primeira vez na Antofágica pela Nano, nossa coleção de livros de bolso.Na passagem do século XIX ao XX, o Rio de Janeiro era palco de importantes mudanças: à época capital federal, a cidade vivia uma efervescência econômica, urbana e cultural que não passava batida aos olhos de João do Rio. Em A alma encantadora das ruas, sua obra-prima, o autor mergulha no cotidiano da cidade e compõe com maestria um verdadeiro mosaico de um espaço marcado por alegrias e contradições.Reunião de crônicas publicadas entre 1904 e 1907, A alma encantadora das ruas é mais que o resultado da observação atenta de um jornalista: transformada em registro histórico, é uma celebração à cidade e aos seus personagens em sua forma mais autêntica. Com encanto e honestidade, João do Rio transforma as ruas em palco onde se encontram o moderno e a tradição, todas as contradições que compõem as grandes cidades e a grande literatura. Em formato de bolso, com estabelecimento de texto coordenado pela pesquisadora Lucía González (UERJ/FAPERJ) e capa de Giovanna Cianelli, a Antofágica publica sua edição de um dos maiores clássicos da crônica brasileira.Ao fazer a leitura do QR Code nas páginas finais o leitor ganha acesso aos textos extras da edição. Na apresentação, a escritora e crítica literária Mateus Baldi faz uma leitura sobre a contemporaneidade de João do Rio. Nos posfácios, a escritora e jornalista Gaía Passarelli (Tá todo mundo tentando: histórias para ler na cidade, 2024) escreve um ensaio sobre a relação entre blog, newsletter e crônica. Henrique Rodrigues, escritor, curador literário e doutor em Letras, escreve uma análise sobre a presença do humor nas crônicas.
Título: A Alma Encantadora Das Ruas
ISBN: 9786580210688
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 11,5 x 15,4 x 1,9
Páginas: 306
Ano copyright: 2024
Coleção: Nano (Livro De Bolso) - Vol. 14
Ano de edição: 2024
Edição: 1ª
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Autor: Joao do Rio
João do Rio é o pseudônimo literário de Paulo Barreto, cujo nome completo é João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto. Jornalista, cronista, contista e teatrólogo, João do Rio nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 5 de agosto de 1881. Seu pai, o educador Alfredo Coelho, era adepto do Positivismo, e batizou o filho na igreja positivista, esperando que o pequeno Paulo viesse a seguir os passos de Teixeira Mendes. Mas Paulo Barreto jamais levaria a sério a igreja comtista, nem qualquer outra, a não ser como tema de reportagem. Fez os estudos elementares e de humanidades com o pai. Aos 16 anos, ingressou na imprensa. Em 1918, estava no jornal Cidade do Rio, ao lado de José do Patrocínio e o seu grupo de colaboradores. Surgiu então o pseudônimo de João do Rio. A princípio, seu objetivo ao adotar um nome genérico era permanecer anônimo. Contudo, foi por meio dessa designação que ele se tornou um marco na crônica urbana carioca. Seguiram-se outras redações de jornais, e João do Rio se notabilizou como o primeiro homem da imprensa brasileira a ter o senso da reportagem moderna. Começou a publicar suas grandes reportagens, que tanto sucesso obtiveram no Rio e em todo o Brasil, entre as quais "As religiões no Rio" e inquérito "Momento literário", ambos reunidos depois em livros. Nos diversos jornais em que trabalhou, ganhou enorme popularidade, consagrando-se como o maior jornalista de seu tempo. Usou vários pseudônimos, além de João do Rio, destacando-se: Claude, Caran d’ache, Joe, José Antônio José. Foi o criador da crônica social moderna. Como teatrólogo, teve grande êxito a sua peça A bela madame Vargas, representada pela primeira vez em 1912, no Teatro Municipal. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 7 de maio de 1910. Faleceu em 23 de junho de 1921.