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Autor: Eric Hobsbawm
Editora: Companhia das Letras
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Eric Hobsbawm, um dos maiores historiadores da atualidade, dá seu testemunho sobre o século XX: Meu tempo de vida coincide com a maior parte da época de que trata este livro, diz ele na abertura, por isso até agora me abstive de falar sobre ele. Neste livro fascinante, porém, ele abandona seu silêncio voluntário para contar, em linguagem simples e envolvente, a história da era das ilusões perdidas.Um clássico erudito que escreve da mesma maneira agradável sobre máfia, jazz, rebeldes africanos, política ou economia. William Waack, Veja Era dos extremos, de Eric Hobsbawm, é sua obra-prima. Mais original, mais pessoal e, inevitavelmente, mais político.Perry Anderson, The Guardian Hobsbawm vê o século marcado por duas grandes eras, a da catástrofe (de 1914 a 1948) e a de ouro (de 1949 a 1973). Nele mataram-se mais seres humanos do que em qualquer outra época e nele se chegou a níveis de bem-estar e a transformações jamais vistas na experiência humana. Hobsbawm conta isso com elegante erudição. Tem a mágica de Fred Astaire. Elio Gaspari, O Estado de S. Paulo.
Título: Era dos extremos: o breve seculo xx (1914-1991)
ISBN: 9788571644687
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23
Páginas: 600
Ano copyright: 1994
Coleção:
Ano de edição: 2012
Edição: 2ª
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Marcos Santarrita nasceu em Aracaju, SE, no dia 16 de abril de 1941. Estudou em Salvador. Ainda no curso secundário, iniciou a carreira literária com contos, artigos e traduções publicados no Jornal da Bahia, Diário de Notícias e A Tarde. Foi cofundador da Revista da Bahia, que apresentou ao público a geração literária baiana de meados da década de 1960. Em 1967, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como redator do Jornal do Brasil, Última Hora, O Globo e Fatos e Fotos e também como colaborador em O Jornal, Folha de S. Paulo e IstoÉ. Estreou em livro próprio com A Solidão dos Homens (1969), e, desde então, publicou os romances Danação dos Justos (1977), A Solidão do Cavaleiro no Horizonte (1979), A Juventude Passa (1984), Lady Luana Savage (1987) – estes três últimos sobre a luta armada no Brasil – e A Ilha nos Trópicos (1990). O livro de contos, Bahia Minha, foi lançado em 1996, e a novela juvenil, Divina Flor, em 1998. Traduziu cerca de cem obras estrangeiras, entre os quais Stendhal, Joseph Conrad, Pirandello, Henry James, Charlotte Brontë, Alexandre Dumas, H.G. Wells, John dos Passos, Thomas Pynchon, Carson McCullers, Philip Roth, John Updike, Martin Ames, Dashiel Hammet, Charles Bukowksi, Eric Hobsbawn, Harold Bloom e Camile Paglia. Publicou ainda: Dom Ratão e Dona Ratita e Divina Flor. Faleceu em outubro de 2011.