O crime do padre amaro

Autor: Eça de Queiros
Editora: Vozes

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Sinopse

Quando publicou “O crime do Padre Amaro”, em 1875, pela Livraria Chardron, o escritor português Eça de Queiros fez uma espécie de “declaração de guerra” ao conservadorismo da sociedade portuguesa, muito marcada pela influência ideológica e moral da Igreja Católica e da monarquia. Eça de Queiros é o principal representante do Realismo português, cuja obra já foi traduzida para mais de vinte idiomas. O crime de Padre Amaro foi considerado, em, Portugal, o maior escândalo literário do seu tempo. Provocou inúmeras reações da Igreja Católica, como ameaças de excomunhão do autor e de inclusão dele no Index Librorum Prohibitorum, o famoso índice de livros proibidos pela Igreja, ainda vigente naquela época. O ponto central do enredo deste romance é a corrupção moral de uma significativa parcela do clero português, envolvendo os membros da baixa e também da alta hierarquia. A Coleção Vozes de Bolso – Literatura Brasileira se propõe a trazer ao público um novo tipo de trabalho em torno de grandes clássicos da literatura de língua portuguesa. São todos textos já canonizados pela nossa tradição, porém com alguns “aditivos” que agregam valor e força aos mesmos.

Dados

Título: O Crime Do Padre Amaro

ISBN: 9788532660251

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 11 x 18 x 3

Páginas: 624

Ano copyright: 2019

Ano de edição: 2019

Edição:

Participantes

Autor: Eça de Queiros

Autor

EÇA DE QUEIROS

Eça de Queiroz nasceu em 25 de novembro de 1845 em Póvoa de Varzim, Portugal. Formado pela Universidade de Coimbra em 1866, dois anos depois se estabeleceu como advogado em Lisboa. Em 1869, em companhia do conde de Resende, vai para a Palestina e depois para o Egito, a fim de fazer a reportagem da inauguração do Canal de Suez. Dessa viagem surge a inspiração para A Relíquia e O Egito. Em 1870, é aprovado em concurso para a carreira diplomática e em 1872 é nomeado cônsul em Havana, Cuba. Em 1884, é transferido para a Inglaterra e em 1888 vai servir em Paris, onde morre em 16 de agosto de 1900. Eça foi o único romancista português do século XIX a conquistar fama internacional, no nível dos grandes escrito­res realistas como Flaubert e Zola. Sua herança como escritor é enorme, e sua obra é definitivamente brilhante. Picaresco, irônico, criticava com sarcasmo e elegância (característica primeira dos seus escritos) o provincianismo de uma pequena burguesia atormentada por preconceitos e hipocrisias. Escreveu uma vasta obra, onde se destacam clássicos como O crime do Padre Amaro, O Primo Basílio, Os Maias, A ilustre casa de Ramires, A cidade e as serras, Alves & Cia, O mandarim, A relíquia.