Le gardeur de troupeaux et les autres poemes d'alberto caeiro avec: poesies d'alvaro de campos

Autor: Fernando Pessoa
Editora: Gallimard

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Sinopse

«À l'avant d'une modernité dont ce siècle à son déclin se réclame avec superbe, se dresse un homme qui fut obscur, effacé, inconnu de sa concierge, riche d'humour et rayonnant lorsque son miroir intérieur lui renvoyait son reflet futur. "Je ne suis rien", ce n'est pas une parole contrite du saint homme Job, mais un rappel de ce nada ibérique qui est au principe de l'être et à sa terminaison. Trois vers après cette affirmation du néant, survient cette antithèse éclatante: "Je porte en moi tous les rêves du monde": un feu d'artifice cosmique. "Les poètes n'ont pas de biographie; leur œuvre est leur biographie." Certes, Octavio Paz, la formule serait irréfutable si une œuvre au pluriel n'impliquait des poètes multiples. Pessoa, le nôtre puisqu'il est à tous, est un nom qui dans sa langue se traduit par personne – non le nemo latin qui gomme toute identité, mais persona dans l'acception de "masque"; en ce cas, le verbe apocalyptique qui débouche sur l'énigme, sur l'ambiguïté, sur la supercherie ludique.» Armand Guibert.

Dados

Título: Le Gardeur De Troupeaux Et Les Autres Poemes D'alberto Caeiro Avec: Poesies D'alvaro De Campos

ISBN: 9782070324064

Idioma: Francês

Encadernação: Brochura

Formato: 11 x 18

Páginas: 288

Coleção: Poesie / Gallimard - Vol. 214

Ano de edição: 1987

Edição:

Participantes

Autor: Fernando Pessoa

Tradutor: Armand Guibert

Autor

FERNANDO PESSOA

Fernando (António Nogueira) Pessoa nasceu em 1888, em Lisboa. Em 1912, publicou seu primeiro artigo, "A nova poesia portuguesa sociologicamente considerada", na revista A Águia. Em 1914, escreveu os primeiros poemas dos heterônimos Alberto Caeiro, Álvaro de Campos e Ricardo Reis, aos quais daria personalidades complexas. Sob o nome de Bernardo Soares, Fernando Pessoa escreveu os fragmentos mais tarde reunidos em O livro do desassossego. No ano seguinte, com escritores como Almada Negreiros e Mário de Sá-Carneiro, lançou a revista de poesia de vanguarda Orpheu, marco do modernismo em Portugal e que daria grande projeção ao poeta. O único livro de poesia em português que publicou em vida foi Mensagem (1934), marcado pela visão mística e simbólica da história lusa. Fernando Pessoa morreu em 1935, em Lisboa.