Nova gramatica do portugues contemporaneo

Autor: Celso Cunha | Luis F. Lindley Cintra
Editora: Lexikon

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Sinopse

Esta 5ª edição apresenta o texto atualizado com a nova ortografia , determinada pelo Decreto Nº 6.583, de 29 de Setembro de 2008 que promulga o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, com início de sua vigência em 1º de janeiro de 2009 e um período de transição até 31 de dezembro de 2012, durante o qual coexistirão a norma ortográfica atualizada em vigor e a nova norma estabelecida. A Nova Gramática do Português contemporâneo é uma descrição do português atual em sua forma culta, ou seja, da língua como a têm utilizado os escritores brasileiros, portugueses e africanos do Romantismo para cá. determinado com precisão. Como pretende mostrar a superior unidade da língua portuguesa em sua natural diversidade, uma atenção particular foi dada às diferenças de uso entre as modalidades nacionais e regionais do idioma, sobretudo as que se observam entre a variedade nacional europeia e a americana. Houve também uma preocupação de examinar a palavra em sua forma e função, de acordo com os princípios da morfossintaxe, e de destacar e valorizar os meios expressivos do idioma, o que torna este livro, a um tempo, uma gramática e uma estilística do português contemporâneo.

Dados

Título: Nova Gramatica Do Portugues Contemporaneo

ISBN: 9788586368486

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 16 x 23

Páginas: 806

Ano copyright: 2007

Ano de edição: 2009

Edição:

Participantes

Autor: Celso Cunha | Luis F. Lindley Cintra

Autor

CELSO CUNHA

Celso Ferreira da Cunha (1917-1989) licenciou-se em Letras em 1940, na Universidade do Distrito Federal (UDF). Foram aí seus professores Jean Bourciez, Jacques Perret, Georges Millardet, filólogos europeus trazidos ao Brasil para ajudar à criação de um Curso Superior de Letras. Teve como orientadores de doutoramento Antenor Nascentes e Sousa da Silveira. Com o ensino e a política na tradição familiar, ele próprio desempenharia alguns cargos públicos, entre outros os de diretor da Biblioteca Nacional (1956-1959), secretário de Educação e Cultura da Guanabara (1960), membro dos Conselhos Federais de Educação (1962-1966) e de Cultura (1986-1989). Foi incumbido da revisão do texto da constituição do Brasil (1988). Difícil é enumerar as inúmeras sociedades científicas a que pertenceu, prêmios que recebeu e congressos que organizou. Como professor, começou aos 17 anos no Colégio Pedro II. Em 1952, ganharia a cátedra no Colégio, após disputadas provas, sucedendo a Antenor Nascentes; e, cinco anos depois, a cátedra de Língua Portuguesa na Faculdade Nacional de Filosofia, substituindo Sousa da Silveira. Nesta Faculdade, futura Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), lecionaria até quase ao fim da vida.