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Os verbetes do DICIONÁRIO DO BRASIL IMPERIAL estão dispostos em ordem alfabética, independente da matéria tratada. Os autores, no entanto, operaram com quatro categorias de vocabulário:Conceitos ou estruturas históricas desde os mais gerais, como império, àqueles mais específicos, como candomblé, capoeiras, lundus e batuques, ou de expressões que funcionaram como "janelas" para flagrar costumes ou tipos sociais da época: imigrantes, folcloristas, caramurus.Instituições ligadas ao governo, à religião, à educação, às artes e à cultura oficial, optando-se sempre, para respeitar a intenção analítica dos verbetes, pelas instituições mais abrangentes.Eventos, a começar pela chegada da Família real, em 1808. Ainda: os fatos ligados à política e ao Império, como a invasão da Guiana Francesa; as revoltas de vários tipos e que colocaram em xeque a ordem imperial, tanto as rurais, como a dos Mucker, no sul, quanto às urbanas, como a do Quebra Quilos.Personália variadíssima, transitando desde os imperadores e membros destacados da família imperial até personagens que só recentemente foram retirados do anonimato pela pesquisa historiográfica. Ainda: a plêiade de intelectuais, cientistas e artistas do período. Os populares também estão presentes, lideres de rebeliões e de quilombos, como Preto Cosme, do Maranhão. De forma quase inédita, revela personagens fisgados por historiadores preocupados com a história dos vencidos ou anônimos, como o pai-de-santo carioca, Juca Rosa.
Título: Dicionario Do Brasil Imperial (1822-1889)
ISBN: 9788573029307
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 16 x 23
Páginas: 749
Ano copyright: 2002
Coleção:
Ano de edição: 2008
Edição: 1ª
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Organizador: Ronaldo Vainfas
Ronaldo Vainfas nasceu no Rio de Janeiro. Formou-se em história pela Universidade Federal Fluminense (UFF), onde leciona desde 1978. Obteve mestrado na mesma universidade em 1983, com o livro Ideologia e escravidão (1986) e o doutorado na Universidade de São Paulo (USP), em 1988, com Trópico dos pecados (1997). Tornou-se professor titular de história moderna da UFF, em 1994, com o livro Heresia dos índios (1995). Especialista em história colonial e Inquisição, é autor também de diversos artigos e organizador de América em tempo de conquista (1992).