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Autor: Edgar Allan Poe
Editora: Peiropolis
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O célebre poema O Corvo (The Raven), do escritor norte-americano Edgar Allan Poe (1809-1849) – um dos precursores da literatura de ficção científica e fantástica em âmbito mundial –, ganha nova versão em HQ neste ano de 2009, em que se completam 200 anos de nascimento de seu autor. Publicado pela primeira vez em 1945, já na maturidade de Poe e próximo de sua morte precoce, aos 40 anos de idade, o poema, admirado pela linguagem musical e pelo conteúdo metafísico, recebeu traduções de grandes expoentes da literatura, como Baudelaire, Mallarmè, Fernando Pessoa e Machado de Assis. Nesta versão da coleção Clássicos em quadrinhos, O Corvo renasce das mãos do quadrinista Luciano Irrthum, que expressa sua reverência pela obra imprimindo-lhe o lirismo, a força e a visceralidade de seu traço.
Título: O Corvo: Em Quadrinhos
ISBN: 9788575961681
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 20,5 x 27
Páginas: 48
Ano copyright: 2009
Coleção: Classicos Em Hq
Ano de edição: 2009
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
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Edgar Allan Poe nasceu em 19 de janeiro de 1809 em Boston, Massachusetts. Ficou órfão aos dois anos de idade e foi enviado à Escócia e à Inglaterra para fazer seus estudos. Na Universidade da Virgínia, se tornou alcoólatra e grande adepto do jogo. Publicou seu primeiro livro de poesias em 1827. Seus poemas são pouco numerosos, mas compreendem versos de primeira classe, especialmente a admirável composição O Corvo, que tanto em prosa como em verso tem sido vertida para várias línguas. Poe também é autor do romance O relato de Arthur Gordon Pym (que inspiraria Melville em seu clássico Moby Dick) e de contos antológicos, entre eles, Assassinatos na rua Morgue e Histórias extraordinárias. Suas narrativas de terror, de mistério e policiais são marcos na história da literatura, tendo influenciado grandes autores como Conan Doyle, Agatha Christie, G. K. Chesterton. Jorge Luis Borges etc. Um espírito desequilibrado e uma alma atribulada fizeram Poe levar sempre uma vida de miséria e de desespero, mas senhor, ao mesmo tempo, da maior figura do romantismo americano e o mais universalmente conhecido dos seus escritores. Sua própria vida foi um desses romances vividos que fornecem alta matéria para os romancistas. Devido aos excessos alcoólicos, Poe morreu em 7 de outubro de 1849 em Baltimore.