O nome e o sangue: uma parabola genealogica no pernambuco colonial

Autor: Evaldo Cabral de Mello
Editora: Companhia de Bolso

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Sinopse

Dos séculos xvi ao xviii vigorava em Portugal, Espanha e respectivas colônias um sistema de discriminação que impedia aos descendentes de judeus, africanos, índios e mouros o acesso aos cargos públicos, à carreira eclesiástica e às honrarias e mercês dispensadas pela Coroa. A honra do indivíduo e de sua parentela ficava assim prisioneira da “pureza” do sangue.Ao procurar reconstituir as tramoias que viciaram o processo de habilitação de Felipe Pais Barreto, membro de uma rica família do Pernambuco colonial, a cavaleiro da Ordem de Cristo, o historiador Evaldo Cabral de Mello defrontou-se com a questão do sangue judaico que corria nas veias de vários dos troncos que haviam povoado a Nova Lusitânia, isto é, o Pernambuco que vai da fundação da capitania por Duarte Coelho à ocupação holandesa (1535-1630). Desenredando o emaranhado de fios dessa linhagem, Evaldo Cabral de Mello nos revela um sistema de fraude genealógica montado com o propósito de apagar as origens comprometedoras de poderosos, mostrando uma face importante e pouco estudada desse período histórico. Um ensaio fascinante, fruto de uma investigação quase que policial, em que à seriedade da pesquisa sealia a paixão do estudioso.

Dados

Título: O Nome E O Sangue: Uma Parabola Genealogica No Pernambuco Colonial

ISBN: 9788535913972

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 12,5 x 18

Páginas: 297

Ano copyright: 1989

Ano de edição: 2009

Edição:

Participantes

Autor: Evaldo Cabral de Mello

Autor

EVALDO CABRAL DE MELLO

Evaldo Cabral de Mello nasceu no Recife em 1936. Estudou Filosofia da História em Madri e Londres. Em 1960, ingressou no Instituto Rio Branco e dois anos depois iniciou a carreira diplomática. Serviu nas embaixadas do Brasil em Washington, Madri, Paris, Lima e Barbados, e também nas missões do Brasil em Nova York e Genebra e nos consulados gerais do Brasil em Lisboa e Marselha. É um dos maiores historiadores brasileiros, especialista em História regional e no período de domínio holandês em Pernambuco no século XVII, assunto sobre o qual escreveu vários livros, como Olinda restaurada (1975), sua primeira obra, Rubro veio (1986), sobre o imaginário da guerra entre Portugal e Holanda, e O negócio do Brasil (1998), sobre os aspectos econômicos e diplomáticos do conflito entre portugueses e holandeses. Sobre a Guerra dos Mascates e a rivalidade entre brasileiros e portugueses em seu estado natal publicou A fronda dos mazombos (1995). Escreveu também O norte agrário e o Império (1984), O nome e o sangue (1989), A ferida de Narciso (2001), Nassau: governador do Brasil Holandês (2006), e O bagaço da cana (2012).