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Autor: Gilles Deleuze | Claire Parnet
Editora: N-1 Ediçoes
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O leitor tem em mãos a melhor e mais bela introdução ao pensamento de Gilles Deleuze. Num estilo claro e fluente, em conversa com Claire Parnet, o filósofo francês apresenta as ideias que fizeram dele um dos mais importantes pensadores contemporâneos. Os conceitos inovadores sobre o desejo e o poder, a subjetividade e a criação são expostos para quem quiser enfrentar os desafios de hoje com as armas de hoje.Deleuze faz, aqui, um exercício agudo de cartografia do presente. Convencido de que a sociedade (e o indivíduo) se define menos por suas contradições do que por suas linhas de fuga, ele as vai desenhando, e da maneira mais simples e direta. O que pode um corpo, o pensamento, a escrita, a política ou mesmo a clínica?O filósofo indica as conspirações que se impõem, mas também as prudências salutares, e sobretudo as conjugações favoráveis para o que ele chamou de um direito ao desejo.– Peter Pál Pelbart
Título: Diálogos
ISBN: 9786561190985
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 20 x 1,5
Páginas: 212
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2026
Edição: 1ª
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Autor: Gilles Deleuze | Claire Parnet
Gilles Deleuze nasceu em 1925, em Paris. Estudou no Liceu Carnot e depois filosofia na Sorbonne, onde obteve o Diploma de Estudos Superiores em 1947. Entre 1948 e 1957 lecionou nos liceus de Amiens, Orléans e no Louis-Le-Grand, em Paris. Trabalhou como assistente em História da Filosofia na Sorbonne entre 1957 e 1960, e foi pesquisador do CNRS até 1964, ano em que passou a lecionar na Faculdade de Lyon, lá permanecendo até 1969. De 1969 a 1987, deu aulas na célebre Universidade de Vincennes, um dos polos do ideário de Maio de 1968, quando firmou a sólida e produtiva relação com Félix Guattari de que resultaram os livros O anti-Édipo (1972), Kafka (1975), Mil platôs (1980) e O que é a filosofia? (1991). É autor também de obras fundamentais como Diferença e repetição (1968), Lógica do sentido (1969), Cinema 1: a imagem-movimento (1983), Cinema 2: a imagem-tempo (1985) e Crítica e clínica (1993), além de estudos sobre Hume, Kant, Bergson, Nietzsche, Espinosa e Foucault, entre outros. Faleceu em Paris, em 1995.