Metaphysiques cannibales: lignes d'anthropologie post-structurale

Autor: Eduardo Viveiros de Castro
Editora: Puf

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 110 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Poderá ser importado mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 182,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Constatant que lanthropologie ne peut plus simplement prétendre reconstituer aussi « objectivement » que possible les cultures étrangères, puisquelle rencontre des cosmologies qui précisément excluent le partage entre nature et culture, Eduardo Viveiros de Castro propose dy voir le lieu dune expérimentation métaphysique où les « autres » sont non pas objets mais témoins de pensées et même dimages de la pensée alternatives. Montrant alors la complicité de cette anthropologie décolonisée avec la « métaphysique des devenirs » de Deleuze et Guattari, il en éclaire les enjeux dans le passage de lAnti-dipe à Mille Plateaux, incompréhensible si on ne le replonge pas dans le savoir ethnologique quil charrie et à travers lui dans les ressources offertes par les pratiques conceptuelles de lAfrique, puis de lAmazonie. Il conclut par une relecture du structuralisme de Claude Lévi-Strauss qui dépasse lopposition factice des pensées de la structure et de la différence, tout autant que de lanthropologie et de la philosophie, du nous et des autres.

Dados

Título: Metaphysiques Cannibales: Lignes D'anthropologie Post-Structurale

ISBN: 9782130578116

Idioma: Francês

Encadernação: Brochura

Formato: 15 x 22

Páginas: 216

Ano copyright: 2009

Ano de edição: 2017

Edição:

Participantes

Autor: Eduardo Viveiros de Castro

Tradutor: Oiara Bonilla

Autor

EDUARDO VIVEIROS DE CASTRO

Eduardo Viveiros de Castro (Rio, 1951) é autor da coletânea de ensaios A inconstância da alma selvagem (2002), um marco da antropologia brasileira, que delineia as bases do perspectivismo ameríndio. A teoria, apresentada em artigo de sua autoria em 1996, teve grande repercussão não apenas nas ciências sociais, mas nas humanidades de modo geral e também na literatura. Entre 1975 e 1988, realizou pesquisas de campo entre os Yawalapíti do Parque do Xingu (MT) e os Araweté do igarapé Ipixuna, no Médio Xingu (PA). Professor no Museu Nacional da UFRJ, mantém vínculos acadêmicos na França (CNRS) e no Reino Unido (King’sCollege e Universidade de Cambridge).É um críticocombativo, em entrevistas e nas redes sociais, do modelo de desenvolvimento econômico implantado no Brasil, sobretudo na Amazônia.