2022: propostas para um brasil melhor no ano do bicentenario

Autor: Vários (ver informações no detalhe)
Editora: Elsevier

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Sinopse

Este livro tem contribuições de economistas de primeira linha, que evidenciam os possíveis cenários de crescimento para o Brasil até 2022. Os trabalhos apresentados pelos autores fomentam novas reflexões e debates sobre a atual situação do país, uma vez que a inflação voltou a ameaçar o crescimento continuo do Brasil, o câmbio está excessivamente valorizado, o regime fiscal está piorando de qualidade e o mundo desenvolvido ainda vive uma situação de inusitada dificuldade.Com este livro, o leitor descobrirá que a educação em 2022 ainda não será consistentemente percebida como agente fundamental de mudança para o desenvolvimento do país e ainda terá acesso a avaliações sobre novas questões energéticas e ambientais que incluem desde os desafios do pré-sal e do setor de energia elétrica até questões ligadas à infraestrutura e a criação de um sistema moderno de prestação de serviços públicos.

Dados

Título: 2022: Propostas Para Um Brasil Melhor No Ano Do Bicentenario

ISBN: 9788535241853

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 17 x 24

Páginas: 312

Ano de edição: 2011

Edição:

Autor

FABIO GIAMBIAGI

Fabio Giambiagié um dos maiores especialistas brasileiros nas áreas de finanças públicas e previdência social. Faz parte do Departamento Econômico do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) desde 1996. Entre 1993 e 1994, trabalhou no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington. Também foi professor de diversas cadeiras na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ). É mestre em Ciências Econômicas pelo Instituto de Economia da UFRJ e graduado pela Faculdade de Economia e Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FEA/UFRJ). É autor de Reforma da Previdência (2006), Brasil – Raízes do atraso (2007) e um dos organizadores de Desenvolvimento econômico - Uma perspectiva brasileira (2012). (Fonte: Instituto Millenium)