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Autor: Hilda Hilst
Editora: Companhia das Letrinhas
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Um poema infantil de um dos grandes nomes da literatura brasileira. Que monstra é essa? E como ela é? Talvez nem ela saiba. A monstra deste livro convida seu amigo para desenhá-la em um papel e a sua verdadeira forma nós nunca descobrimos: fina ou larga, uma rainha ou um astronauta, uma roseira ou simplesmente sucata. A verdade é que a monstra pode ser tudo aquilo que ela quiser — e a imaginação de uma criança permitir. Este poema escrito por Hilda Hilst em 1988 para Daniel Fuentes, filho de um grande amigo da autora, ganha, nesta nova edição, ainda mais vida com as ilustrações da artista mexicana Ixchel Estrada, que a cada página transforma a monstra em uma nova combinação de cores, rabiscos e colagens — que nos surpreende a cada estrofe. Livro indicado para leitores a partir de 6 anos.
Título: Eu Sou A Monstra
ISBN: 9788574069401
Idioma: Português
Encadernação: Capa dura
Formato: 19,7 x 21,2 x 0,6
Páginas: 36
Ano copyright: 2021
Coleção:
Ano de edição: 2021
Edição: 1ª
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Hilda Hilst nasceu em 1930, em Jaú. Formou-se em Direito pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco, da Universidade de São Paulo. Hilda Hilst publicou seu primeiro livro de poesia, Presságio, em 1950 e, a partir de 1954, passou a se dedicar integralmente à produção literária. Entre 1955 e 1962, publicou diversas obras de poesia, entre elas Balada do festival e Ode fragmentária. Ainda nesta época, seus versos serviram de inspiração para Adoniran Barbosa, que compôs as músicas Quando te achei e Quando tu passas por mim, baseado nos poemas do livro Trovas de muito amor para um amado senhor. Entre 1965 e 1966 transferiu-se para Campinas, onde passou a morar na "Casa do Sol", construção próxima à fazenda de sua mãe e que foi freqüentada por artistas de diversas áreas. Em 1968 escreveu peças teatrais, como O visitante e O novo sistema. Em 1992, passou a colaborar como cronista no "Caderno C", do jornal Correio Popular, de Campinas, onde permaneceu até 1995. Dentre as diversas obras da autora, destacam-se A obscena senhora D, Bufólicas, Fluxo-floema, seu primeiro livro de ficção, e a trilogia obscena composta pelos títulos O caderno rosa de Lori Lamby, Contos d'escárnio/Textos grotescos e Cartas de um sedutor. Além do Prêmio Moinho Santista pelo conjunto da obra poética, recebido em 2002, Hilda Hilst foi agraciada com o Prêmio Anchieta de Teatro pela peça O verdugo, em 1969; com o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) na categoria "Melhor livro do ano" em 1977, por Ficções; com o Grande Prêmio da Crítica pelo conjunto da obra, também da APCA, em 1981; e ainda com o Prêmio Jabuti por Rútilo nada, em 1994, entre outros. Hilda Hilst faleceu em 4 de fevereiro de 2004, em Campinas.