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Autor: Eça de Queiros
Editora: Penguin - Companhia
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Considerado por muitos um dos pontos altos da narrativa de Eça de Queiroz, este livro traz uma importante reflexão sobre o poder das histórias que contamos.Final do século XIX, Portugal. Gonçalo Mendes Ramires é um aristocrata rural, ansioso por ascender socialmente. Por sugestão de um antigo colega da Universidade de Coimbra, ele resolve escrever um livro que exalte os feitos de sua linhagem, narrando as agruras de Tructesindo Ramires, seu antepassado distante.Fazendo da linguagem um potente artifício na construção de histórias e usando-a da forma que melhor lhe convém, Gonçalo tem como objetivo integrar o Parlamento português — fato que lhe conferiria o máximo prestígio e pelo qual está disposto a distorcer a realidade.Publicado originalmente em 1900, A ilustre Casa de Ramires foi impresso postumamente. Vista de forma ambígua, a obra já foi considerada uma ode a Portugal, mas também uma contundente crítica aos costumes do período.
Título: A Ilustre Casa De Ramires
ISBN: 9788582851609
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Formato: 13 x 20 x 1,9
Páginas: 384
Ano copyright: 2023
Coleção:
Ano de edição: 2023
Edição: 1ª
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Autor: Eça de Queiros
Eça de Queiroz nasceu em 25 de novembro de 1845 em Póvoa de Varzim, Portugal. Formado pela Universidade de Coimbra em 1866, dois anos depois se estabeleceu como advogado em Lisboa. Em 1869, em companhia do conde de Resende, vai para a Palestina e depois para o Egito, a fim de fazer a reportagem da inauguração do Canal de Suez. Dessa viagem surge a inspiração para A Relíquia e O Egito. Em 1870, é aprovado em concurso para a carreira diplomática e em 1872 é nomeado cônsul em Havana, Cuba. Em 1884, é transferido para a Inglaterra e em 1888 vai servir em Paris, onde morre em 16 de agosto de 1900. Eça foi o único romancista português do século XIX a conquistar fama internacional, no nível dos grandes escritores realistas como Flaubert e Zola. Sua herança como escritor é enorme, e sua obra é definitivamente brilhante. Picaresco, irônico, criticava com sarcasmo e elegância (característica primeira dos seus escritos) o provincianismo de uma pequena burguesia atormentada por preconceitos e hipocrisias. Escreveu uma vasta obra, onde se destacam clássicos como O crime do Padre Amaro, O Primo Basílio, Os Maias, A ilustre casa de Ramires, A cidade e as serras, Alves & Cia, O mandarim, A relíquia.