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Autor: Guillermo Cabrera Infante
Editora: Livros Quetzal
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"Corpos Divinos" é o livro inacabado em que Guillermo Cabrera Infante trabalhou toda a sua vida. Ao escrevê-lo quis fazer um romance, que se transformou numa "autobiografia velada". Nestas memórias da Revolução Cubana, Cabrera Infante narra os últimos dias do regime de Batista e os primeiros tempos da governação de Castro, em que a par do enredo político e respectivos protagonistas (entre eles, o próprio autor) surge La Habana - a grande personagem de todos os livros de Cabrera Infante -, convulsionada pela mudança, pela boémia, pelas artes - a música, o cinema, sempre -, e pelo erotismo; mas também pelas aspirações desfeitas, pela decepção. O tempo narrado de "Corpos Divinos" - um livro fundamental na obra de Cabrera Infante - acaba no exílio, a partir de onde o autor rememora exaustivamente os acontecimentos que marcaram «a melhor época da [sua] vida».«Se Corpos Divinos se apresenta como auto-retrato um tanto distanciado da pessoa que foi Cabrera Infante, não deixa de ser um testemunho vívido dos primeiros dias da revolução cubana por alguém igualmente distanciado dos meandros do poder. E é aqui que ganha corpo um texto que se interrompe com a revelação de que "a cantora careca é a morte".»RevistaLER
Título: Corpos divinos
ISBN: 9789725649220
Idioma: Português (PT)
Encadernação: Brochura
Formato: 15 x 23
Páginas: 584
Ano copyright: 2010
Coleção: Americas
Ano de edição: 2010
Edição: 1ª
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Guillermo Cabrera Infante nasceu em Gibara, Cuba, em 1929. Jornalista, crítico de cinema e escritor, chegou a ser preso pelo governo de Fulgencio Batista. Depois da revolução de 1959, participou do Conselho Nacional de Cultura. Foi adido cultural de Cuba em Bruxelas entre 1962 e 1965, quando rompeu com o regime de Fidel Castro. Ganhador do prêmio Cervantes de 1997, é autor de romances, contos e ensaios. Naturalizado britânico, morreu em Londres em 2005. Entre suas obras de ficção destacam-se Três tristes tigres, Havana para um infante defunto e A ninfa inconstante.