Como uma sede de ser homem, ainda

Autor: Gabriel Mwene Okundji
Editora: Ars Et Vita

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Sinopse

Gabriel Mwene Okundji é reconhecido como uma das grandes vozes da poesia africana de língua francesa nas últimas décadas. Sua obra, fluida e magnificamente clara, é uma busca fervorosa pelas origens naturais e míticas, um eco da palavra ancestral, que dialoga com a terra original e nos recorda a poesia de Léopold Senghor.O volume integra ainda um posfácio de Edimilson de Almeida Pereira e o texto em prosa Aprender a dar, aprender a receber, que é um verdadeiro testamento poético em vida de Okundji.

Dados

Título: Como Uma Sede De Ser Homem, Ainda

ISBN: 9788566122251

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Formato: 14 x 21

Páginas: 283

Ano de edição: 2025

Edição:

Participantes

Autor: Gabriel Mwene Okundji

Tradutor: Guilherme Gontijo Flores

Autor

EDIMILSON DE ALMEIDA PEREIRA

Edimilson de Almeida Pereira nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais, em 1963. É poeta, ensaísta, ficcionista e autor de literatura infantojuvenil; além de professor colaborador da pós-graduação em Estudos Literários na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Juiz de Fora. Publicou, entre outros, os ensaios Mundo encaixado: significação da cultura popular (Mazza Edições, 1992), que venceu em 1994 o prêmio João Ribeiro da Academia Brasileira de Letras, Entre Orfe(x)u e Exunouveau: análise de uma epistemologia de base afrodiaspórica na Literatura Brasileira (Fósforo, 2022) e A saliva da fala: notas sobre a poética banto-católica no Brasil (Fósforo, 2023). É autor também de “O Ausente” (Relicário, 2020), do livro de poesia Melro (Editora 34, 2022) e do romance Front (Nós, 2021), vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura.