Junky

Autor: William S. Burroughs
Editora: Sinergia - Ediouro

SOB ENCOMENDA Prazo de postagem em até 17 dias úteis.
Não consta quantidade deste produto em nossos estoques.
Para obtê-lo, este terá que ser adquirido junto a nossos fornecedores mediante checagem prévia de disponibilidade.

R$ 59,90

em até 3x sem juros

Adicionar
à sacola


Entrega

Entrega = postagem + transporte, pesquise para seu CEP:

Sinopse

Com uma prosa precisa e linear (quase como se fossem relatórios de um agente secreto investigando o submundo das drogas e do homossexualismo), o autor narra em, "Junky" as suas primeiras experiências com narcóticos (heroína, morfina, etc.), em um texto que arrombou as portas da festa e inaugurou a era de hedonismo barato dos anos 1960 e 1970, nos trazendo ao início de trevas e de luzes deste vigésimo primeiro século. Assim, utilizando-se de uma visão quase científica do especialista em drogas, "Junky" retrata as verdades de uma sociedade com o enorme poder da sacada sociológica, a atitude cultural revolucionária contra a burocracia e Lei, e o humor estóico e ácido ao tratar do crime.

Dados

Título: Junky

ISBN: 9788562540158

Idioma: Português

Encadernação: Brochura

Ano de edição: 2009

Edição:

Participantes

Autor: William S. Burroughs

Autor

WILLIAM S. BURROUGHS

William S. Burroughs nasceu em 1914, em St. Louis, Estados Unidos. Na década de 1940 mudou-se para Nova York, onde iniciaria sua carreira literária e faria amizade com Jack Kerouac e Allen Ginsberg, entre outros escritores beat. Teve inúmeras experiências com alucinógenos: foi viciado em diversas drogas, incluindo morfina, e por vezes traficou narcóticos (e foi preso por isso). Em 1951, matou sua mulher em um acidente com arma de fogo, o que ele próprio mais tarde reputou como experiência definidora para sua carreira de escritor. Escreveu os romances autobiográficos Junky (1953, publicado sob o pseudônimo de William Lee), em que explora suas experiências com a heroína, Queer (escrito na primeira metade da década de 50, mas publicado apenas em 1985), sobre o homossexualismo, e Almoço nu. Este último é muito mais radical em suas inovações estilísticas e foi publicado primeiramente na França, em 1959. Cartas do Yage, de 1963, traz a correspondência mantida com Ginsberg enquanto Burroughs viajava pela América do Sul na busca do yage, também conhecido como ayahuasca. Após uma temporada na Europa, Burroughs voltou para Nova York no início da década de 1970, onde passou a lecionar e conviver com intelectuais e artistas como Andy Warhol e Susan Sontag. Na década de 1980, era visto como um gigante contracultural: tanto sua personalidade quanto sua obra viraram referências. No final da vida, mudou-se para Lawrence (Kansas), onde morreu, em agosto de 1997. É autor, também, da trilogia Cities of Red Night, The Place of Dead Roads e The Western Lands, entre outros livros. Ele amava gatos. The Cat Inside (O gato por dentro) foi primeiramente publicado em uma edição limitada, com desenhos de Brion Gysin.