Home › Livros › Literatura e Ficção › Literatura Estrangeira
Autor: Hilda Hilst
Editora: Pushkin Press
PRODUTO DISPONÍVEL Previsão de postagem em até 3 dias úteis.
R$ 131,90
em até 3x sem juros
In Letters from a Seducer, Hilst describes the everyday life of Karl, a wealthy, erudite, and amoral man who seeks an answer to his incomprehension of life through sex.Karl writes and sends twenty provocative letters to Cordelia, his chaste sister. The letters’ text becomes intertwined with the life of the poet Stamatius, who finds Karl’s letters in the trash, as Hilst constructs an ingenious mirror play between the two that casts strange light on questions of amorality, sexuality and the spirit.Linguistically rich and endlessly playful, Letters from a Seducer is a work of perverse genius by one of Brazil’s greatest modern writers.
Título: Letters From A Seducer
ISBN: 9781805331384
Idioma: Inglês
Encadernação: Brochura
Formato:
Páginas:
Ano copyright:
Coleção:
Ano de edição: 2025
Edição: 1ª
Região:
Idioma:
Legenda:
País de produção:
Formato de tela:
Áudio Original:
Tempo de Duração:
Quantidade de discos:
Selo:
Código:
Autor: Hilda Hilst
Hilda Hilst nasceu em 1930, em Jaú. Formou-se em Direito pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco, da Universidade de São Paulo. Hilda Hilst publicou seu primeiro livro de poesia, Presságio, em 1950 e, a partir de 1954, passou a se dedicar integralmente à produção literária. Entre 1955 e 1962, publicou diversas obras de poesia, entre elas Balada do festival e Ode fragmentária. Ainda nesta época, seus versos serviram de inspiração para Adoniran Barbosa, que compôs as músicas Quando te achei e Quando tu passas por mim, baseado nos poemas do livro Trovas de muito amor para um amado senhor. Entre 1965 e 1966 transferiu-se para Campinas, onde passou a morar na "Casa do Sol", construção próxima à fazenda de sua mãe e que foi freqüentada por artistas de diversas áreas. Em 1968 escreveu peças teatrais, como O visitante e O novo sistema. Em 1992, passou a colaborar como cronista no "Caderno C", do jornal Correio Popular, de Campinas, onde permaneceu até 1995. Dentre as diversas obras da autora, destacam-se A obscena senhora D, Bufólicas, Fluxo-floema, seu primeiro livro de ficção, e a trilogia obscena composta pelos títulos O caderno rosa de Lori Lamby, Contos d'escárnio/Textos grotescos e Cartas de um sedutor. Além do Prêmio Moinho Santista pelo conjunto da obra poética, recebido em 2002, Hilda Hilst foi agraciada com o Prêmio Anchieta de Teatro pela peça O verdugo, em 1969; com o Prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) na categoria "Melhor livro do ano" em 1977, por Ficções; com o Grande Prêmio da Crítica pelo conjunto da obra, também da APCA, em 1981; e ainda com o Prêmio Jabuti por Rútilo nada, em 1994, entre outros. Hilda Hilst faleceu em 4 de fevereiro de 2004, em Campinas.